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    Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão

    16 hours ago

    Justiça manda soltar estudante presa suspeita de aplicar golpes online Presa suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões em golpes, a jovem formada em direito, Ellen Lorraine Trindade Mateus, de 27 anos, deixou a prisão após decisão da Justiça. Ela foi presa em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, no âmbito da Operação Boleto Fantasma, conduzida pela Polícia Civil do Amapá, mas a família alegou que houve um erro de identificação e que a prisão era indevida. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Ellen foi solta na sexta-feira (24). Ela estava presa desde o dia 2 de julho na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia. Segundo a defesa da jovem, Ellen foi vítima de um erro judicial e o nome dela foi confundido com o de outra pessoa. O advogado Jean Tavares contou ao g1 que as próximas etapas são a conclusão da investigação e o inquérito policial, para remeter o caso ao Ministério Público. Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: ENTENDA O CASO: Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano HISTÓRICO: Advogado é suspeito de aplicar golpes em clientes durante dez anos POLÍCIA: Operação mira suspeitos de dar golpe de R$ 500 mil e causar a morte de idosa A decisão pela soltura dela foi expedida pela juíza Cristiane Moreira Lopes Rodrigues, que atendeu o pedido da defesa mediante a certidão de autenticidade. Entretanto, a Polícia Civil do Amapá informou, em nota, que é falsa a alegação da defesa de que houve troca de nomes ou erro de identificação. Segundo a corporação, a prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada na investigação (leia a nota completa abaixo). Para a TV Anhanguera, o pai de Ellen, João Vilmar, contou que a filha está pagando por um crime que não cometeu. A mãe, Iris Alves, ressaltou ainda que a jovem cresceu em um lar cristão. “É uma menina de bem, foi criada com princípios e está em um presídio pagando por algo que não cometeu. Pegaram o nome da minha filha, arrumaram um nome e jogaram para cima dela”, disse Iris. Entenda a prisão da jovem suspeita de integrar grupo criminoso O delegado Breno da Costa, da Polícia Civil do Amapá, informou, ao g1, que as investigações da Operação Boleto Fantasma começaram em 2025. Segundo o investigador, o grupo criava sites falsos para desvio de pagamentos de contas de energia. A polícia ainda informou que foram expedidos mandados de prisão e de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, representação da Autoridade Policial, além de manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimento R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão em Aparecida de Goiânia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera NOTA DA DEFESA DE ELLEN A defesa de Ellen Lorraine Trindade Mateus, informa que ela se encontra presa desde o dia 2/7/2026, reclusa na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia, vítima de erro judicial, ocasião em que confundiram seu nome com o de outra moça, chamada - "Lorraine", integrante de Organização Criminosa de caráter nacional. A ordem de prisão foi determinada pelo juízo do Estado do Amapá, advinda de uma conclusão irresponsável da Polícia Civil de lá, que concluiu as investigações e representou pela prisão da Ellen. NOTA DA POLÍCIA CIVIL DO AMAPÁ A Polícia Civil do Estado do Amapá informa que é falsa a informação de que ELLEN LORRAINE TRINDADE MATEUS teria sido presa por troca de nomes ou erro de identificação. A prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial. No caso mencionado, foram expedidos mandado judicial de prisão e mandado judicial de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, individualização da pessoa investigada, representação da Autoridade Policial, manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. A Polícia Civil esclarece que medidas cautelares dessa natureza não são adotadas com base em informação superficial, mas a partir de elementos submetidos à análise dos órgãos responsáveis pela persecução penal e ao controle judicial. A divulgação de informação falsa sobre suposta prisão indevida desinforma a sociedade e compromete indevidamente a credibilidade das instituições públicas envolvidas na investigação. Por fim, a Polícia Civil do Amapá reafirma que não houve troca de nomes, erro de identificação ou prisão indevida no caso mencionado, ressaltando que eventuais questionamentos devem ser apresentados nos autos, perante as autoridades competentes. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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