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    Caso Joba: primeira audiência ouve réus e testemunhas sobre morte de coordenador do CRB

    19 hours ago

    Vídeo registra momento em que coordenador do CRB é assassinado na Santa Lúcia A primeira audiência de instrução do processo sobre a morte de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, foi iniciada na manhã desta quarta-feira (19), no Fórum de Maceió. A sessão tem como objetivo colher os depoimentos dos réus, testemunhas e demais envolvidos no caso. 📱Participe do canal do g1 Alagoas Joba foi morto a tiros em 23 de janeiro deste ano, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Dois homens respondem pelo crime: Ruan Carlos Ferreira de Lima, apontado pela Polícia Civil como mandante do assassinato, e Symeone Batista dos Santos, acusado de participar da execução. Os dois estão presos. A audiência de instrução e julgamento acontece na 7ª Vara Criminal de Maceió, no Fórum do Barro Duro, e é conduzida pelo juiz Yulli Roter. Johanisson Carlos Lima, supervisor das categorias de base do CRB Reprodução/Redes sociais Essa é a fase do processo destinada à produção de provas em juízo. Além das testemunhas, os acusados também podem ser interrogados durante a audiência. Após a conclusão da instrução e das demais etapas previstas no processo, o magistrado deverá decidir se há elementos suficientes para que os acusados sejam levados a julgamento pelo Tribunal do Júri. O g1 tentou contato com as defesas dos réus, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. Mortes e prisão Revólver calibre 38 foi apontado como arma utilizada na morte de Johanisson Lima, o Joba Reprodução/IML Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Joba morreram após uma troca de tiros com a polícia no Clima Bom, em Maceió. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL). No processo do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), os suspeitos foram identificados como José Cícero Aprígio da Silva, Raul Silva de Melo e Ana Tassia da Silva Santos. Com os eles, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. A delegada Tacyane Pinheiro explicou que o trio foi localizado após a moto que deu fuga ao executor do crime ser localizada. O responsável pela moto foi preso, enquanto os outros três teriam resistido à abordagem, atirando contra os policiais O Instituto de Criminalística de Maceió (ICM) identificou a arma utilizada para assassinar Joba. De acordo com a perita criminal Renata Azevedo, responsável pela análise, as armas foram submetidas a exames técnicos e comparada com o projétil retirado do corpo de Joba. “Após a produção de padrões dessas três armas, submeti e analisei essas amostras no microcomparador balístico confrontando com o projétil encontrado no corpo da vítima. O exame deu positivo para um dos revólveres calibre 38", afirmou a perita Ruan Ferreira negou mando do crime Ruan, suspeito de ser mandante do assassinato de Johanisson Lima, o Joba, coordenador das categorias de base do CRB Reprodução/TV Asa Branca À época do crime, logo após ser preso, a defesa de Ruan Ferreira, informou que o cliente nega veementemente o pagamento de R$ 10 mil pelo cometimento do crime. "A polícia levantou a informação que haveria participação da Letícia, ex-companheira do Joba, e eu perguntei ao Ruan. Ele se manteve em silêncio e só disse que a conhecia. Não falou nada sobre relacionamento com ela", disse o advogado Napoleão. Tacyane Ribeiro, informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Segundo a delegada, ele confirmou apenas informações básicas, como o nome e profissão. "Ele não tem nenhum antecedente criminal, estava bastante nervoso. Só respondeu a primeira parte do interrogatório, que é no tocante à pessoa, como nome, estado civil, quantos filhos tem. Mas na parte dos fatos ele preferiu ficar em silêncio. Não confirmou, nem negou", explicou Tacyane Ribeiro. CRB emite nota lamentando a morte do coordenador das categorias de Base, Johanisson Lima, o Joba Reprodução/CRB
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