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    Vereadora Tatiana Medeiros é condenada a 19 anos de prisão; Justiça decreta perda do mandato em Teresina

    há 1 mês

    Tatiana Medeiros, vereadora de Teresina pelo PSB Reprodução/Instagram A vereadora de Teresina Tatiana Teixeira Medeiros (PSB) foi condenada, nesta segunda-feira (27), a 19 anos, 10 meses e sete dias de prisão pelos crimes organização criminosa, corrupção eleitoral, peculato-desvio, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. Em abril de 2025, ela foi acusada de liderar um esquema de compra de votos nas eleições de 2024. A Justiça Eleitoral decretou também a perda do mandato eletivo da parlamentar e a proibição do exercício de cargos ou funções pública de qualquer natureza, além do pagamento de multa por danos à coletividade. Ao g1, a defesa da vereadora afirmou que a sentença é "absolutamente injusta" e que irá recorrer. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Procurada, a Câmara Municipal informou que não foi oficialmente notificada sobre a decisão e não irá se pronunciar. Além de Tatiana Medeiros, foram condenadas mais sete pessoas, incluindo o namorado e familiares da parlamentar. A sentença indica que Tatiana era responsável por dar ordens ao grupo, distribuindo funções e estabelecendo critérios. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante a investigação, arquivos encontrados nos celulares dos investigados contribuíram para a identificação de práticas como a compra de votos. Segundo a Justiça Eleitoral, mensagens com a exigência de comprovantes de votação e listas por zona e seção com anotações “pago/PIX/ok” foram apresentadas com prova. Tatiana Medeiros efetuou movimentações bancárias de que somam mais de R$ 2,1 milhões entre 2022 e 2024, segundo a Justiça Eleitoral. Mas declarou renda formal de pouco mais de R$ 33 mil no mesmo período. "A análise fiscal apontou, de forma convergente, a existência de créditos não declarados pela investigada [...] Um incremento de créditos superior a 300% justamente no ano eleitoral, resultando em mais de R$ 1 milhão em créditos desprovidos de lastro documental", diz trecho da decisão. A investigação concluiu ainda que o Instituto Vamos Juntos foi utilizado como fachada eleitoral. *Essa reportagem está em atualização. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
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