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    Taiwan entra em alerta e mobiliza forças após avistar navios de guerra e aviões chineses perto de ilhas

    há 1 mês

    Fragata da Marinha chinesa navega em área não identificada durante exercício militar em setembro de 2025. Yu Chuanjun e Liu Yuanquan/Ministério da Defesa da China Taiwan informou ter detectado navios de guerra chineses e aeronaves operando em águas próximas às ilhas Penghu, no Estreito de Taiwan, nesta segunda-feira (27). O governo local afirmou ter mobilizado forças navais e aéreas para monitorar a situação. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em um primeiro momento, Taiwan disse que um destróier e uma fragata chineses entraram em águas ao sudoeste das ilhas Penghu, onde ficam importantes bases aéreas e navais de Taiwan, próximas ao lado taiwanês do estreito. Mais tarde, o Ministério da Defesa informou ter detectado nove navios da Marinha chinesa e 22 incursões de aeronaves militares operando ao redor da ilha. Segundo a pasta, 20 aeronaves cruzaram a linha média do Estreito de Taiwan e entraram na zona de identificação de defesa aérea do território nas regiões norte e sudoeste. O Exército de Taiwan afirmou que acompanhou de perto a movimentação e respondeu com o envio de forças navais e aéreas, sem dar mais detalhes. O Ministério da Defesa de Taiwan divulga relatórios diários sobre aeronaves chinesas, mas raramente detalha a presença de navios de guerra, exceto em casos envolvendo porta-aviões, como ocorreu na semana passada. O Ministério da Defesa da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. No início do mês, a pasta afirmou que as atividades militares chinesas na região são “totalmente justificadas e razoáveis” e atribuiu as tensões ao governo de Taipé. A China, que considera Taiwan parte do próprio território, envia quase diariamente aviões e embarcações militares para áreas ao redor de Taiwan, ações criticadas pelo governo taiwanês. O governo de Taiwan rejeita as reivindicações de soberania de Pequim e afirma que apenas a população da ilha pode decidir o próprio futuro. VÍDEOS: mais assistidos do g1
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