Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Suprema Corte derruba precedente de quase 100 anos e amplia poder de Trump sobre agências independentes

    11 hours ago

    O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa em um comício para dar início à Great American State Fair (Grande Feira Estadual Americana) em celebração ao 250º aniversário da independência dos EUA, no National Mall, em Washington, D.C., EUA, 24 de junho de 2026. Reuters/Evan Vucci A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou nesta segunda-feira (29) um precedente de quase cem anos e deu permissão para que o presidente Donald Trump demitisse uma comissária da Federal Trade Commission (FTC) - a agência federal independente que regula a concorrência no país. A decisão expande os poderes presidenciais sobre o governo e reverte o próprio precedente da Corte de 1935, que havia reconhecido a autoridade do Congresso para proteger líderes de certas agências reguladoras de destituições presidenciais. A medida foi celebrada por Trump: "Esta decisão era almejada pelos presidentes dos EUA desde a década de 1930", publicou o presidente no Truth Social. "É uma grande honra ser o presidente em exercício que obteve esta decisão histórica e sem precedentes", acrescentou. A decisão foi uma vitória para o republicano, mas veio no mesmo dia que uma série de derrotas sobre temas variados relacionados ao mandato do republicano. Agora no g1 Derrotas para Trump Demissão de diretora do Fed Também nesta segunda (29), a Suprema Corte proibiu Trump de demitir a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook. O republicano havia anunciado a demissão da diretora no ano passado, aumentando a pressão sobre o BC americano. Se tivesse conseguido, seria o primeiro presidente a destituir um integrante do Fed desde sua criação, em 1913. 🔎 Trump anunciou a demissão em agosto de 2025, mas a Justiça barrou a medida. A Casa Branca recorreu, e a Suprema Corte confirmou a decisão nesta segunda-feira (29). A decisão foi apertada: cinco ministros votaram para barrar a demissão, contra quatro a favor. Votos pelo correio A Suprema Corte também decidiu apoiar leis estaduais que permitem que cédulas enviadas pelo correio e recebidas após o dia da eleição sejam contabilizadas nas eleições de meio de mandato, marcados para novembro. A decisão representa uma derrota para Trump. Os juízes, também por cinco votos a quatro, derrubaram a decisão de um tribunal inferior que havia considerado uma lei do Mississippi incompatível com as normas dos EUA que definem o calendário das eleições federais — para a Presidência, o Senado e a Câmara dos Representantes. Caso de abuso sexual e difamação A Suprema Corte rejeitou ainda uma tentativa de Trump de anular a decisão de um júri de 2023 que concluiu que ele abusou sexualmente da escritora E. Jean Carroll e, posteriormente, a difamou. Os juízes se recusaram a analisar o recurso do presidente dos EUA e confirmaram a decisão emitida por um tribunal inferior em 2024. Na prática, com a decisão e os recursos esgotados, Trump agora terá que pagar US$ 5 milhões - o equivalente a R$ 25,8 milhões - à escritora.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Baleia aparece a 300 m da Ponte Rio-Niterói, na Baía de Guanabara
    Artigo Seguinte
    Brasil faz melhor jogo da Copa, e Japão respeitou demais, dizem brasileiros que trabalharam no país

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário