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    Suprema Corte da Espanha nega recursos contra Neymar e respalda absolvição do brasileiro; entenda

    há 1 mês

    Neymar chega a tribunal de Barcelona para investigação na sua transferência para o Barcelona Albert Gea/REUTERS O Supremo Tribunal da Espanha confirmou a absolvição do atacante brasileiro Neymar e dos demais réus pelas supostas irregularidades em sua contratação pelo Barcelona em 2013, assim como já havia decidido a Audiência da cidade catalã após o julgamento há quase quatro anos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em um comunicado emitido nesta quarta-feira (22), o principal tribunal espanhol considerou "que os fatos provados refletiram a inconsistência da acusação", que era exercida apenas pela empresa brasileira DIS, detentora de 40% dos direitos federativos de Neymar quando ele ainda era uma jovem promessa do Santos. A sentença respalda a decisão da Audiência de Barcelona realizada há quatro anos. Na época, a DIS decidiu recorrer o que levou à decisão do Supremo espanhol. Justiça da Espanha absolve Neymar das acusações de irregularidades na transferência do Santos para Barcelona "Não houve crime de corrupção em negócios nem fraude imprópria. Nem por parte do jogador, nem de seus representantes, nem do FC Barcelona. Tudo se deve a uma decisão esportiva do clube, que quis assegurar sua contratação e depois decidiu antecipá-la", acrescenta a nota do Supremo. Além de Neymar, a decisão absolve seu pai, os ex-presidentes do Barcelona Sandro Rosell e Josep María Bartomeu e um ex-dirigente do Santos. LEIA TAMBÉM 'Cale a boca, Trump', diz Irã em vídeo de IA zombando de extensão de cessar-fogo; VEJA 'Nunca estive bêbado no trabalho', diz chefe do FBI ao anunciar processo contra revista nos EUA O processo O início da saga judicial remonta a 2015, quando a DIS recorreu à Justiça espanhola acusando o clube catalão, o jogador e o seu círculo de enganá-la para ocultar o valor real da polêmica transferência. A DIS, que recebeu 6,8 milhões de euros na operação, declarou, além disso, não ter sido informada de um suposto contrato de exclusividade assinado em 2011 com o Barcelona, e que teria adulterado a livre concorrência para garantir a contratação do atacante. Contudo, nem o Ministério Público - que acabou retirando suas acusações na reta final do julgamento - nem, depois, os magistrados consideraram os fatos como crimes. Após o midiático julgamento realizado em 2022 em Barcelona - ao qual Neymar compareceu para depor enquanto era jogador do Paris Saint-Germain -, a Audiência de Barcelona absolveu os acusados, mas a DIS decidiu recorrer.
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