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    Rede social de Trump é criticada após anunciar acesso antecipado de publicações para bancos

    16 hours ago

    Donald Trump, presidente dos EUA, segura cópia impressa de uma de suas publicações na Truth Social, em 8 de julho de 2026 AFP/Saul Loeb A Truth Social, rede social de Donald Trump, revelou na quinta-feira (16) um serviço pago que dará a bancos e corretoras acesso prioritário a publicações de contas influentes. O presidente americano é dono da conta mais importante da plataforma. Batizado de "Truth API", o serviço ficará disponível em 1º de agosto. Com ele, clientes receberão mais rapidamente publicações de 10 contas na rede social que costumam impactar os mercados globais. O Trump Media & Technology Group, que controla a plataforma, chegou a discutir a possibilidade de cobrar US$ 100 mil por mês pelo acesso, informou a Reuters. Ainda segundo a agência, a empresa ofereceu um plano de US$ 60 mil por mês para contratos de três anos de duração. A medida seria o primeiro passo da empresa no licenciamento de dados, abrindo uma nova fonte de receita, embora tenha atraído críticas por conta da vantagem que o acesso privilegiado pode oferecer para operadores financeiros. Agora no g1 O serviço pago oferecerá cobertura ininterrupta de publicações influentes e dará acesso ao arquivo de posts que remontam a 2022, disse a Truth Social, que afirmou já ter clientes cadastrados. Trump costuma usar a Truth Social para fazer anúncios que repercutem em todo o mundo e, na avaliação de críticos, estaria transformando suas decisões públicas em um produto. Ele é o maior acionista da plataforma e terá lucros diretos com o novo serviço. O presidente americano usou a rede social para anunciar o tarifaço e restrições comerciais à China, tornando a plataforma uma fonte crucial para investidores, empresas e instituições financeiras. Segundo um porta-voz, empresas vêm coletando dados da Truth Social há meses, violando os termos de serviço da TMTG. "Vamos criar muitos atritos para aqueles que não vierem diretamente até nós", disse McGurn em um comunicado. A Trump Media & Technology se recusou a comentar as alegações de que pretende lucrar com a presidência ou se as publicações de Trump entrarão na nova regra.
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