Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Raquel Lyra aciona polícias para investigar cartazes que a acusam de matar marido para ganhar eleição; candidatos se solidarizam

    há 7 horas

    Raquel Lyra e João Campos reagem a cartazes que acusam candidata de ter matado marido A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) solicitou à Polícia Federal e à Polícia Civil que investiguem cartazes anônimos que a acusam de ter matado o marido, o empresário Fernando Lucena, para ganhar a eleição em 2022. João Campos (PSB) e Ivan Moraes (Psol), também candidatos ao governo, prestaram solidariedade à adversária e pediram investigação do caso. Ela registrou, no domingo (30), um boletim de ocorrência, segundo nota da coligação Pernambuco de Coração. A chapa de Raquel Lyra classificou o caso como "um novo episódio de violência política" e disse que as peças gráficas estavam espalhadas em muros no Bairro do Recife. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE "Em um dos cartazes, a imagem de Raquel aparece acompanhada da frase 'ela matou o marido para ganhar a eleição'. Em outro, a governadora é retratada ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, sob a expressão 'matadoras de maridos'", afirmou a chapa da candidata na nota. Após ver na internet fotos dos cartazes que a comparam à técnica de enfermagem que esquartejou o marido em 2012 e a deputada federal condenada em 2022 por ser a mandante do assassinato do esposo, Raquel Lyra postou um vídeo no Instagram visivelmente emocionada (veja vídeo mais acima). "Respeite minha família. Respeite meus filhos. Respeite quem não está mais aqui. Respeite a minha dor", disse a governadora no vídeo. Raquel Lyra denuncia cartazes que acusam de matar o marido para ganhar eleição Reprodução/Instagram Em nota, a coligação Frente Popular de Pernambuco, de João Campos, repudiou o conteúdo divulgado pelos cartazes e disse ter acionado a Justiça Eleitoral, por meio do Ministério Público Eleitoral, para requerer a imediata investigação do caso. O ex-prefeito do Recife se manifestou sobre o caso através de um vídeo publicado no Instagram. "Esses panfletos apócrifos que estão circulando hoje, isso é um completo absurdo, e qualquer pessoa que queira atribuir isso a mim, ou a minha candidatura, vai responder criminalmente à Justiça brasileira. Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante a eleição, e eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política, isso é um absurdo", disse o candidato no vídeo. Ivan Moraes, candidato do Psol ao governo de Pernambuco, também se pronunciou nas redes sociais sobre o caso. "A pessoa ou quadrilha responsável pelos cartazes ofensivos contra a governadora precisa ser identificada e responsabilizada urgentemente. Não se pode compactuar com um absurdo desses. A investigação tem que ser profunda e exemplar. Minha solidariedade a Raquel Lyra", afirmou numa postagem no X. LEIA TAMBÉM: TRE determina exclusão de postagens que associam Raquel a 'gabinete do ódio' João e Raquel acionam Justiça e alegam ser vítimas de ataques digitais Decisão judicial O Tribunal Regional de Eleitoral de Pernambuco (TRE) determinou, na noite de domingo (30), a retirada de publicações que associam João Campos (PSB) e seu grupo político à produção e distribuição dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra (PSD). A decisão, que foi assinada pelo desembargador Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, menciona postagens feitas pelo candidato ao Senado Mendonça Filho (PL), o candidato a deputado estadual Ni do Badoque (PSD) e o blogueiro Ricardo Antunes. A liminar, que foi requerida pela Frente Popular de Pernambuco, determinou que: a Meta, responsável pelo Instagram e Facebook, retire as publicações indicadas no processo no prazo de até duas horas após a notificação, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento; a Meta “preserve integralmente os dados relacionados às publicações impugnadas, inclusive número de visualizações, alcance, impressões, compartilhamentos, republicações, interações, datas e horários de veiculação e histórico de eventuais edições, para fins de instrução processual”; Mendonça Filho, Ni do Badoque e Ricardo Antunes excluam as postagens sobre o caso, sob pena de multa individual no valor de R$ 25 mil em caso de descumprimento, e não republiquem os conteúdos nem façam novas manifestações ofensivas relacionadas ao caso. O g1 entrou em contato com as três pessoas citadas na decisão judicial para obter resposta sobre a determinação da Justiça Eleitoral, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Classificados do Edimilson: veja as vagas de emprego da semana de 31 de agosto a 4 de setembro
    Artigo Seguinte
    Inscrições para casamento coletivo em Feira de Santana terminam na sexta-feira; veja como participar

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário