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    Professor é indiciado por assédio sexual contra alunas e afastado de escola em Taguatinga

    15 hours ago

    Viatura da Polícia Civil do Tocantins Divulgação/Dicom Um professor auxiliar foi indiciado pelo crime de assédio sexual e, por decisão da Justiça, afastado das atividades e proibido de atuar em instituições de ensino. Segundo a Polícia Civil, os crimes foram praticados contra alunas adolescentes de uma unidade de ensino em Taguatinga, na região sudeste do Tocantins. Conforme a investigação, ele teria feito reiteradas investidas de natureza sexual contra estudantes, valendo-se da posição de professor. A investigação foi conduzida pela 103ª Delegacia de Polícia de Taguatinga. A polícia não informou o nome da escola e do suspeito investigado. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Durante a apuração, surgiram informações sobre possíveis outras vítimas. Os relatos passaram a integrar as diligências policiais. Ainda conforme a polícia, ao ser ouvido, o investigado confessou a prática das condutas citadas. VEJA TAMBÉM Câmara de Nova Olinda abre concurso público com salário de até R$ 3,2 mil Quem era o filho de vereador morto a tiros por policial civil de folga em praia no TO Pescadores registram arraia nadando com tucunarés em águas cristalinas no Rio Tocantins; VÍDEO Agora no g1 Medidas determinadas pela Justiça A Justiça determinou o afastamento imediato do investigado das atividades profissionais e proibiu que ele atue em qualquer instituição de ensino. Ele também não poderá se aproximar de escolas e quadras esportivas nem manter contato com as vítimas, familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação. Na decisão, o magistrado considerou que há indícios suficientes de materialidade e autoria, além de risco de repetição das condutas. Segundo a decisão, o investigado teria se aproveitado da posição de autoridade no ambiente escolar para praticar os atos apurados. As medidas foram determinadas para proteger a integridade física e psicológica das estudantes durante a tramitação do procedimento criminal. O g1 solicitou um posicionamento à Secretaria da Educação (Seduc) e aguarda retorno. A reportagem também tentou contato com a Prefeitura de Taguatinga, mas não houve resposta. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins. Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.
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