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    Primeiro-ministro britânico reconhece erro ao nomear amigo de Jeffrey Epstein

    há 2 meses

    Keir Starmer REUTERS/Jaimi Joy O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse nesta segunda-feira (20) ter cometido um erro de avaliação ao nomear Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido em Washington. A informação é da AP. Starmer participa de audiência no Parlamento para responder sobre a nomeação de Mandelson, amigo de Jeffrey Epstein e citado no escândalo. Mandelson não passou em verificações de segurança para assumir o cargo. Ao Parlamento, Starmer afirmou que não teria nomeado Mandelson se soubesse das ressalvas. O diplomata foi demitido após nove meses no cargo, quando se soube da amizade dele com Epstein. Starmer atribuiu a responsabilidade de o informar a funcionários do Ministério das Relações Exteriores. De acordo com a AP, o primeiro-ministro disse que o fato de haver ressalvas a Mandelson "poderia e deveria ter sido compartilhado" com ele antes de o embaixador assumir o cargo". Veja os vídeos que estão em alta no g1 Pressão pela renúncia Os principais partidos da oposição pediram a renúncia de Starmer, informou a AP. A líder do Partido Conservador, de centro-direita, Kemi Badenoch, afirmou que o primeiro-ministro "enganou o Parlamento sobre Mandelson, enganou o país e está fazendo o público de bobo". Ed Davey, líder do partido da oposição Liberal Democrata, afirmou que Starmer cometeu "um erro de julgamento catastrófico". Na defesa de Starmer, o vice-primeiro-ministro David Lammy disse que o primeiro-ministro "jamais" teria nomeado Mandelson embaixador se tivesse todas as informações em mãos. Os parlamentares do Partido Trabalhista, o partido de Starmer, se mostram preocupados com os baixos índices de aprovação do político. Em 7 de maio, o Reino Unido tem eleições locais e regionais.
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