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    Phelps, do D’Corpo Inteiro, era conhecido pela alegria e mobilização que inspirava em Uberlândia

    há 2 meses

    Morre Phelps, músico do grupo D’Corpo Inteiro, aos 36 anos O cavaquinista Felipe Oliveira, conhecido como “Phelps”, que morreu na manhã de sábado (11) aos 36 anos, era considerado uma das figuras mais queridas do samba e pagode de Uberlândia. Integrante do grupo D’Corpo Inteiro, ele enfrentava um câncer há cerca de dois anos. Nascido em 2 de setembro de 1989, Phelps construiu sua trajetória na música com forte presença nos palcos e carisma marcante. Reconhecido pelo público e por colegas de profissão, ele era visto como um músico talentoso e, sobretudo, uma pessoa de convivência leve e generosa. A morte foi confirmada pelo grupo nas redes sociais. Segundo a publicação, o artista não resistiu às complicações da doença e morreu por volta das 6h. O velório foi realizado no sábado, na funerária Paz Universal, em Uberlândia. Já o sepultamento ocorreu às 16h30, no cemitério Bom Pastor, no bairro Planalto, também na cidade. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Triângulo no WhatsApp Felipe Oliveira, conhecido como Phelps, integrava o D´Corpo Inteiro Divulgação Além da atuação musical, Phelps também ficou marcado pela mobilização que despertava. Durante o tratamento contra o câncer, amigos e admiradores organizaram uma roda de pagode beneficente para ajudar nos custos médicos. O evento teve grande adesão e arrecadou recursos suficientes para auxiliar a família. Uma cantora amiga do músico, que preferiu não se identificar, descreveu Phelps como alguém “ímpar” no meio artístico. “Ele era um menino excelente. Não há nada que desabone sua conduta, nem como pessoa, nem como músico, colega ou filho. Pelo contrário: era um ótimo filho, tio, irmão e parceiro musical. Era conhecido por estar sempre sorrindo”, afirmou. Segundo ela, o carinho demonstrado durante o tratamento reflete o impacto que o cavaquinista tinha na vida das pessoas. “Foi uma mobilização inédita na cidade, feita espontaneamente, por amor e admiração. Muita gente ajudou simplesmente porque era ele. Era uma pessoa que irradiava algo diferente”, disse. LEIA TAMBÉM: Homem morto a facadas dentro de motel faria 60 anos um dia após o crime Criminosos invadem motel, rendem funcionário e levam 30 placas solares Suspeita de matar homem em motel é indiciada por roubo seguido de morte Phelps morreu na manhã de sábado, em Uberlândia Reprodução/Redes Sociais A cantora também destacou que Phelps era unanimidade no meio musical local. “Ele é uma das poucas pessoas de quem nunca se ouve nada negativo no meio do samba e do pagode em Uberlândia. Era uma pessoa verdadeiramente excepcional”, completou. Entre amigos, familiares e fãs, a sensação é de perda irreparável. “A gente sente que não vai existir alguém igual novamente”, disse. Phelps deixa familiares, amigos e uma trajetória marcada pela música, pelo carisma e pela capacidade de unir pessoas em torno do bem. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
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