Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Paris investiga exclusão de funcionárias mulheres durante visita de grupo hindu à Torre Eiffel; entenda

    8 hours ago

    Pessoas se refrescam na fonte do Trocadéro, diante da Torre Eiffel, durante uma onda de calor em Paris, na França. Abdul Saboor/Reuters Autoridades de Paris, na França, investigam a exclusão de funcionárias mulheres durante uma delegação religiosa hindu à Torre Eiffel, que gerou uma greve entre os trabalhadores do monumento e acusações de discriminação e críticas de políticos franceses. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O caso ocorreu durante o final de semana. As funcionárias foram solicitadas a se afastar do local durante uma visita privada de uma delegação de cerca de 100 pessoas do grupo religioso hindu Bochasanwasi Akshar Purushottam Swaminarayan Sanstha (BAPS) no sábado. “Enquanto a delegação passava, as mulheres foram solicitadas a deixar seus postos de trabalho para que os homens pudessem ocupar seus lugares”, disse Diane Davoine, representante sindical, à Reuters. O incidente gerou revolta entre os funcionários e uma reunião entre os trabalhadores motivou o fechamento da Torre Eiffel na noite de segunda para uma greve, segundo representantes sindicais. Uma placa foi instalada na base da torre alegou que o local estava fechado por "motivos operacionais". Agora no g1 “As tensões aumentaram no fim de semana, então, nesta manhã, os funcionários decidiram se reunir: primeiro, para iniciar um diálogo com a administração e, segundo, para garantir que as mulheres nunca mais sejam tratadas dessa forma na empresa”, disse Davoine. Davoine disse que a direção pediu desculpas à equipe pelo incidente. O monumento reabriu nesta terça (8) para visitação. O caso também gerou críticas de políticos franceses. O prefeito de Paris, Emmanuel Grégoire, afirmou que uma investigação seria iniciada “o mais rápido possível”, e disse que a insatisfação dos funcionários com o episódio era legítima. “É urgente que se esclareçam todos os fatos que levaram a esse protesto”, escreveu Grégoire nas redes sociais. A BAPS, cujos representantes estavam na França para as comemorações relacionadas à inauguração de um templo hindu nos subúrbios de Paris, afirmou em comunicado que a visita à Torre Eiffel foi agendada no início do horário de funcionamento para evitar transtornos aos demais visitantes, devido ao tamanho de sua delegação. “Pelo que sabemos, em nenhum momento alguém foi impedido de acessar a Torre Eiffel. No entanto, pedimos sinceras desculpas por qualquer transtorno ou incômodo causado”, dizia o comunicado.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Jovem com revólver na cintura é preso por porte ilegal de arma no litoral de SP
    Artigo Seguinte
    Ford do Brasil faz recall da Ranger Raptor por possível problema em airbags laterais

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário