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    Operação cumpre mandados em cidades do Tocantins para investigar fraude em licitações na saúde

    há 2 meses

    Prédio da Polícia Federal do Tocantins Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins Dez mandados de busca e apreensão são cumpridos em cidades da região norte do Tocantins e do Bico do Papagaio na manhã desta quarta-feira (8). A operação Código Branco, da Polícia Federal, investiga fraudes em licitações na área da saúde, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro. Os policiais cumpriram mandados nas cidades de Araguaína, Riachinho, Filadélfia, Babaçulândia e Barra do Ouro. As investigações apontaram que uma empresa de serviços médicos, contratada várias vezes por municípios da região, teria sido direcionada na licitação, sem que houvesse competitividade no processo. Segundo a PF, também foram identificadas subcontratações vedadas em edital e repasses financeiros suspeitos, com possível ocultação e dissimulação da origem dos recursos. A Prefeitura de Filadélfia informou à TV Anhanguera que a Polícia Federal esteve no Hospital Municipal para ouvir um profissional de saúde que estava de plantão e que a investigação não está relacionada ao município, mas a cidades vizinhas (veja nota completa abaixo). 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM Filhas suspeitas de feminicídio da mãe no TO dependiam da empresa da família: 'Iam ter total controle', diz delegado Ex-gerente é preso suspeito de desviar R$ 10 milhões de fazenda no Tocantins A operação é realizada para juntar provas que possam auxiliar nas investigações, além de interromper a utilização de empresa de fachada para fraudar licitações, simular capacidade operacional e viabilizar o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Araguaína. Segundo a polícia, os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude à licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Somadas, as penas podem passar de 30 anos de prisão. Código Branco O nome da operação faz referência ao termo utilizado no meio médico para identificar emergências que exigem resposta imediata e atuação coordenada. Íntegra da nota da Prefeitura de Filadélfia O Governo Municipal vem a público esclarecer que a presença da Polícia Federal, na manhã desta data, nas dependências do Hospital Municipal, ocorreu exclusivamente para a oitiva de um profissional da saúde que se encontrava de plantão no momento. Importante destacar que a investigação em curso, não diz respeito ao Município de Filadélfia, mas sim a um município vizinho. Ressalta-se, ainda, que o Município de Filadélfia não é alvo de qualquer investigação e não responde a nenhuma ação no âmbito da Polícia Federal ou de qualquer outro órgão de controle. A Administração Municipal reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade e a correta prestação dos serviços públicos, colocando-se à disposição para eventuais esclarecimentos. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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