Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    O que matou os peixes? Laudo aponta combinação fatal por trás da morte de milhares de animais em SC

    2 months ago

    Relatório expõe combinação por trás de mortes de milhares de peixes em rio de SC O aparecimento de milhares de peixes mortos no Rio Imaruim, que corta a cidade de Palhoça, na Grande Florianópolis, nos primeiros meses do ano, foi resultado de uma combinação de fatores ambientais, como água ácida e baixa concentração de oxigênio. A conclusão é de um laudo da Polícia Militar Ambiental (PMA), divulgado na segunda-feira (20), que considera que a situação pode ter se agravado devido à ação humana (veja mais abaixo). O caso ganhou repercussão após moradores se assustarem ao flagrarem cardumes inteiros boiando na água, em fevereiro. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O laudo foi elaborado com base em análises microbiológicas, físico-químicas e na identificação de compostos potencialmente associados à contaminação da água. Os dados foram obtidos a partir de amostras coletadas no local durante fiscalização ambiental, segundo o órgão. O número de peixes mortos não foi divulgado. Em fevereiro, o IMA informou que fazia um balanço da quantidade de animais encontrados. Todos são da espécie Manjubinha (Cetengraulis edentulus). O g1 procurou a prefeitura de Palhoça, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Imagens mostram situação no rio Imaruim, em Palhoça Juan Todescatt/NSC TV Combinação de fatores Segundo o laudo, não houve uma causa única, mas sim uma combinação de fatores ambientais e antrópicos que levou à mortandade dos peixes. Os principais fatores que atuaram juntos foram: Água ácida (pH 4,9) - compromete a fisiologia dos peixes; Temperatura elevada da água (28,6 °C) - reduz o oxigênio dissolvido e aumenta o metabolismo dos peixes (eles passam a precisar de mais oxigênio); Presença de surfactantes (indicando esgoto doméstico) - aumenta a carga orgânica na água. Por consequência, o cenário provoca aumento da demanda bioquímica de oxigênio, favorecendo a proliferação de microrganismos que consomem ainda mais o oxigênio disponível. O documento conclui, ainda, que a limitação de mobilidade da espécie, associada à falta de oxigênio na água "aumentam significativamente a vulnerabilidade da espécie, são fatores que podem ter justificado a mortandade concentrada observada". Milhares de peixes são encontrados mortos no Rio Imaruim Defesa Civil de Palhoça/Divulgação VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Campinas registra 1,8 mil reconhecimentos de paternidade em 10 anos e cartórios passam a realizar serviço 100% online
    Artigo Seguinte
    Diretora de escola pública que chamou autismo de 'transtorno da moda' volta ao cargo após decisão da Justiça

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário