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    Mulher troca emprego CLT para fazer programas sexuais e revela fetiches de clientes: 'Pés e inversão'

    7 hours ago

    Imagem ilustrativa Arquivo/g1 Uma mulher de 35 anos, que preferiu não se identificar, abandonou o emprego com carteira assinada para fazer programas na região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ela recebia cerca de R$ 1.045,00 (o equivalente ao salário mínimo) em 2020, quando pediu demissão do trabalho e decidiu se tornar profissional do sexo em busca de uma renda superior. Em entrevista ao g1, a mulher revelou que a maioria de seus clientes é composta por homens. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp “Hoje, 80% das pessoas que me procuram são homens, 5% são mulheres e o restante, cerca de 15%, são casais que buscam sair a três”, conta. Antes de iniciar a relação sexual, ela diz que faz uso de preservativo e toma medicamentos antirretrovirais de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) mensalmente. Segundo a mulher, muitas pessoas buscam o serviço para realizar alguns fetiches. “Os clientes gostam muito de pés e pedem ‘inversão’ durante o ato sexual”, conta. Imagem ilustrativa Foto: Freepik LEIA TAMBÉM RACISMO: Promotor de vendas intimidado por fiscal de hipermercado por causa de cabelo crespo revela ciclo de violência ABUSO SEXUAL: Mulher surda é estuprada em casa e suspeito é preso DESRESPEITO: Empresário vira réu por tingir cabelos e barba de idoso em situação de rua Para evitar repreensão de seus familiares, ela mantém seu trabalho de forma sigilosa. Questionada sobre situações de preconceito e violência, a garota de programa reconhece que houve um avanço da sociedade em entender que muitas mulheres optam por esse tipo de atividade por problemas financeiros. “Hoje em dia, vejo que não há mais tanto preconceito, pois está virando ‘moda’. Existem muitas garotas novas que fazem programa para comprar iPhone e roupas caras, ir a baladas e festas; não é para o sustento da casa”, conta. Em média, a mulher recebe cerca de R$ 3 mil por semana fazendo programas. Quando realiza atendimentos em municípios que exigem deslocamento, ela relata que dobra o valor do cachê. Os serviços são anunciados em sites que oferecem acompanhantes. Agora no g1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
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