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    Mudanças no Minha Casa Minha Vida ampliam acesso à casa própria

    há 2 meses

    As mudanças no programa Minha Casa Minha Vida, aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS nesta terça-feira (24), ampliam o acesso à casa própria e devem impactar o perfil de quem planeja a compra de um imóvel no país. Com a atualização, famílias com renda de até R$ 13 mil passam a ter acesso ao programa, além da possibilidade de aquisição de imóveis de até R$ 600 mil. A medida inclui uma parcela da classe média que, até então, estava fora das principais políticas habitacionais. Casa própria Divulgação Para especialistas, o efeito vai além da ampliação do acesso e tende a influenciar a forma como os brasileiros organizam essa decisão. Nesse contexto, cresce também a busca por alternativas que permitam mais planejamento financeiro na aquisição, como o consórcio. Na avaliação de Fernando Gianjiope, CEO da Porto Vale Consórcios, maior corretora de consórcios e seguros do país, a mudança amplia o público e exige decisões mais estruturadas. “Com a entrada de uma faixa de renda mais alta no programa, o consumidor passa a olhar não só para a possibilidade de compra, mas para como viabilizar isso de forma sustentável. É nesse ponto que o consórcio ganha relevância, por permitir planejamento e previsibilidade sem pressionar o orçamento no curto prazo”, afirma. Segundo ele, esse perfil tende a avaliar a compra com mais critério, considerando o impacto financeiro antes de assumir o compromisso. Com a mudança, a expectativa é de aumento gradual na busca por informações e alternativas, especialmente entre consumidores que não se enquadravam nas regras anteriores. A Porto Vale Consórcios acompanha esse movimento com uma atuação consultiva, apoiando o cliente na estruturação da compra, da escolha do plano à contemplação, com foco em planejamento e previsibilidade. “O acesso aumentou, mas a decisão ficou mais criteriosa. O consumidor quer entender o impacto dessa compra antes de assumir o compromisso, e isso tende a favorecer soluções mais planejadas”, conclui Gianjiope.
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