Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Morgana Monteiro: o que se sabe sobre o feminicídio de enfermeira em Palmas

    11 hours ago

    Suspeito de matar ex-mulher é morto em confronto com a polícia em Palmas A enfermeira Morgana Vieira Monteiro, de 45 anos, foi assassinada em sua casa na quadra 1.503 Sul, em Palmas. O principal suspeito é o ex-marido, Lelito Tavares Barbosa, de 49 anos. A servidora trabalhava na Unidade de Pronto Atendimento de Porto Nacional e deixou duas filhas. Horas após o feminicídio, as forças de segurança localizaram o suspeito escondido em uma região de mata próxima ao local do crime. Durante a tentativa de prisão, houve um confronto armado entre o homem e a Polícia Militar, resultando na morte do homem. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O episódio destaca a gravidade da violência de gênero no estado, que registrou um aumento significativo de casos nos últimos anos. Morgana foi sepultada no fim da tarde desta terça-feira (28), em Tocantínia. Amigos e familiares se reuniram na Feira Municipal Moacir Sotero para prestar homenagens à servidora. Veja o que se sabe sobre o caso de feminicídio: Morgana Vieira Monteiro foi vítima de feminicídio, em Palmas (TO) Divulgação/Coren-TO Quem era Morgana Vieira Monteiro? Morgana era enfermeira assistencialista na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Nacional e agente socioeducativo no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case). Natural de Tocantínia e irmã da vice-prefeita do município, ela era mãe de duas filhas e reconhecida por sua competência e humanidade. Em 2022, recebeu uma Moção de Aplausos da Assembleia Legislativa do Tocantins por sua contribuição à saúde pública. Como o crime foi cometido? Na noite de segunda-feira (27), Lelito pulou o muro da casa de Morgana e a surpreendeu rapidamente, segundo a Polícia Militar. Testemunhas relataram que a enfermeira tentou se proteger trancando-se no banheiro, mas foi alcançada pelo agressor. Ela foi assassinada com o uso de arma de fogo e arma branca. Vizinhos perceberam a movimentação e acionaram a Polícia Militar, mas o suspeito fugiu portando uma pistola antes da chegada das equipes. LEIA TAMBÉM Enfermeira, mãe e servidora pública: quem era a vítima de feminicídio na região sul de Palmas Enfermeira tinha medida protetiva e ex-marido pulou muro para cometer feminicídio, diz PM Enfermeira vítima de feminicídio se trancou em banheiro para tentar escapar do ex-marido Suspeito de matar ex-mulher é morto em confronto com a polícia em Palmas A vítima possuía algum tipo de proteção legal contra o agressor? Morgana tinha uma medida protetiva de urgência contra o ex-marido. Apesar do amparo legal e do acompanhamento realizado pela equipe Maria da Penha da PM, o ataque foi tão rápido que ela não teve tempo hábil para pedir socorro no momento da invasão. Autoridades reforçam que a violência contra a mulher costuma ser escalonada, começando com ameaças e xingamentos antes de chegar ao feminicídio. "A nossa indicação é fazer a denúncia. Há uma escalada da violência contra a mulher. Essa violência não acontece de imediato com a agressão física, com o feminicídio. Começa com xingamento, quebrando coisas dentro de casa, com ameaças, e isso vai escalonando. Então a gente orienta as mulheres que são vítimas desse tipo de situação a buscarem a separação e a denúncia da agressão", explicou o tenente-coronel da PM, Gustavo Bolentini. Após o crime, o suspeito fugiu para uma área de mata na quadra 1503 Sul Reprodução/Redes sociais Como a polícia localizou o suspeito após o crime? Após o assassinato, Lelito fugiu para uma área de mata na própria quadra 1.503 Sul. A Polícia Militar montou um cerco na região com o apoio do Batalhão de Choque, do Bope e do Grupo de Operações com Cães (GOC). Cerca de quatro horas após o início das buscas, um cão farejador conseguiu localizar o esconderijo do homem. O que aconteceu durante o confronto entre o suspeito e a PM? Ao ser localizado, o suspeito efetuou disparos contra o cão farejador e, em seguida, contra as equipes policiais. Os militares revidaram e atingiram Lelito. O socorro médico chegou a ser acionado, mas o agressor morreu no local. As armas utilizadas pelos policiais passarão por perícia, e as circunstâncias da morte decorrente de intervenção policial serão apuradas pela Secretaria de Segurança Pública. Lelito Tavares Barbosa foi morto em confronto com a Polícia Militar, em Palmas (TO) Reprodução/Instagram de Lelito Barbosa Quais são os dados de feminicídio no Tocantins? O estado vive um cenário alarmante de violência de gênero. Em 2025, o Tocantins registrou 20 feminicídios, um aumento de 52,8% em relação a 2024, quando houve 13 vítimas. Entre janeiro a 13 de julho de 2026, já foram contabilizados cinco casos do crime no estado. . Como denunciar casos de violência contra a mulher? Vítimas ou testemunhas podem denunciar agressões pelo número 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou pelo 190 da Polícia Militar em emergências. Também é possível registrar ocorrências em Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) ou buscar apoio nos Centros de Referência da Mulher para suporte psicológico e jurídico. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Jared Leto nega acusações de abuso: 'Nunca agredi sexualmente ninguém'
    Artigo Seguinte
    Três anos após desaparecimento, réu confessa assassinato de caminhoneiro durante júri no RS e aponta local onde escondeu o corpo

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário