Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Ministério Público de Contas pede investigação sobre atuação do governo no combate a queimadas no Amazonas

    há 6 horas

    Controle de queimadas em Apuí, no Amazonas Divulgação/CBMAM O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM) solicitou que o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) apure se as ações do governo estadual para combater queimadas e incêndios florestais e episódios de poluição atmosférica durante o período de estiagem em 2026 são suficientes e efetivas. A representação também solicita medidas urgentes para a prevenção, fiscalização ambiental e a proteção à saúde da população contra a fumaça liberada pelos incêndios florestais. A medida foi adotada após o aumento dos focos de calor e a ocorrência de repetidos episódios de fumaça em Manaus e em cidades da Região Metropolitana. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Segundo dados coletados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e reunidos pelo MPC-AM, o Amazonas registrou 3.240 focos de calor entre 1° e 22 de setembro, contra 942 no mesmo período de 2025. Os números indicam um aumento de aproximadamente 244%. Agora no g1 O MPC afirma que, apesar das medidas divulgadas pelo governo, é necessário verificar se as ações têm planejamento integrado, estrutura operacional e resultados compatíveis com a dimensão do problema. A representação do MPC não desconsidera as ações anunciadas ou realizadas pelo Governo do Amazonas, mas pede que o Tribunal de Contas avalie se as medidas adotadas são efetivas e se estão sendo devidamente aplicadas. MPC solicita medidas urgentes Entre as providências urgentes solicitadas pelo MPC estão a criação de uma Sala de Situação para acompanhar o cenário, a divulgação de boletins operacionais e sanitários e a apresentação de um plano integrado para reforçar as ações de combate aos incêndios. O MPC também pede um diagnóstico das necessidades de pessoal e logística das equipes estaduais e um plano de fiscalização e repressão às queimadas ilegais, com definição das áreas prioritárias, dos recursos empregados e de resultados mensuráveis, como autuações, embargos e apreensões. Na área da saúde, a representação pede que seja criado um protocolo específico para episódios de fumaça, com medidas voltadas a unidades de saúde, escolas, grupos vulneráveis e trabalhadores expostos à poluição. O documento também solicita que o TCE avalie se uma atuação preventiva mais eficiente poderia evitar custos públicos e reduzir os danos ambientais e à saúde. Pedido ainda será analisado pelo TCE A Representação nº 43/2026-MPC foi apresentada com pedido de tutela de urgência. O objetivo é que o TCE avalie a necessidade de medidas estruturais e operacionais para garantir uma resposta adequada durante o período crítico de 2026 e 2027. O processo está sob relatoria do conselheiro Luís Fabian Pereira Barbosa. A representação busca a apuração da atuação estadual; não representa, por si só, uma conclusão do Tribunal de que houve irregularidade ou omissão do governo.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Justiça dos EUA apresenta novas acusações contra o ex-ditador da Venezuela Maduro e a mulher
    Artigo Seguinte
    Tiririca grava vídeo sobre derrota nas eleições no Ceará: 'Acho que brinquei muito'

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário