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    Mais de 5,4 mil crianças foram registradas apenas com o nome da mãe no interior de SP desde 2020

    há 1 mês

    Mais de 2 mil crianças foram registradas apenas com nome da mãe em Sorocaba Mais de 5,4 mil crianças nascidas desde 2020 têm apenas o nome da mãe na certidão de nascimento nas regiões de Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Itapetininga e Sorocaba, segundo dados da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP). Como forma de ampliar o acesso ao direito de milhares de famílias, os Cartórios de Registro Civil do interior paulista lançaram uma plataforma digital de reconhecimento de paternidade. O novo sistema possibilita que o reconhecimento voluntário seja feito pela internet. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Conforme a Arpen-SP, o reconhecimento de paternidade é um ato que garante não apenas o direito à identidade, mas também o acesso a benefícios sociais, herança, pensão alimentícia e inclusão em políticas públicas. Confira os dados por cidade: Presidente Prudente: 118 crianças são anualmente registradas sem o nome do pai; desde 2020 foram mais de 700 crianças; Bauru: 280 crianças são anualmente registradas sem o nome do pai; desde 2020 foram mais de mil crianças; São José do Rio Preto: 250 crianças são anualmente registradas sem o nome do pai; desde 2020 foram mais de mil crianças; Itapetininga: 132 crianças são anualmente registradas sem o nome do pai; desde 2020 foram mais de 790 crianças; Sorocaba: 470 crianças são anualmente registradas sem o nome do pai; desde 2020 foram mais de 2 mil crianças. Reconhecimento de paternidade agora pode ser feito pela internet em Sorocaba Arquivo pessoal Plataforma digital Conforme a Arpen-SP, a mãe pode indicar digitalmente o suposto pai da criança, iniciando o procedimento diretamente pelo sistema. A identificação de registros sem paternidade reconhecida é feita de forma automática. O pedido é encaminhado ao Cartório de Registro Civil, que dará seguimento ao processo com respaldo judicial. Para isso, é necessário acessar a plataforma oficial pelo site. A partir disso, a mãe pode inserir os dados do suposto pai e anexar os documentos necessários. O cartório então encaminha o caso ao juiz para dar início ao processo de investigação de paternidade, conforme previsto na legislação. O processo segue as mesmas garantias jurídicas do ato presencial, incluindo a necessidade de consentimento das partes envolvidas, como a mãe, no caso de filhos menores, ou o próprio filho, quando maior de idade. Após a solicitação, o pedido é encaminhado ao Cartório de Registro Civil responsável, que analisará a documentação e dará continuidade ao procedimento até a conclusão do ato. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
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