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    Justiça revoga prisão de empresário acusado de perseguir ex-namorada em praia no litoral de SP

    há 4 dias

    Homem foi acusado de perseguir a ex-namorada após ser flagrado por ela na Praia de Pitangueiras, em Guarujá, SP Reprodução O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a prisão preventiva de um empresário acusado de descumprir medida protetiva contra a ex-mulher em Guarujá (SP). Moradores de São Paulo, eles se encontraram em uma praia do litoral paulista, embora o homem não pudesse se aproximar da mulher. Em fevereiro de 2025, o empresário havia sido preso em flagrante em São Paulo, acusado de ameaça, perseguição e cárcere privado. Segundo os autos, ele teria trancado a ex-mulher em um carro por cerca de três horas. Na ocasião, foi liberado mediante cumprimento de medidas protetivas determinadas pela Justiça. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Um mês depois, em março, o ex-casal se encontrou em um quiosque na Praia de Pitangueiras, em Guarujá. A desembargadora Ana Zomer considerou o episódio como descumprimento das medidas e decretou a prisão preventiva, apontando risco à vítima. O empresário ficou foragido por 14 meses e foi condenado a mais de dois anos de prisão em regime semiaberto pelos crimes de fevereiro. Conforme os autos, ele se mudou para Minas Gerais após a prisão ser decretada. Prisão revogada: Encontro 'fortuito' No início deste mês, o ministro Sebastião Reis Júnior, do STJ, revogou a prisão preventiva alegando que o encontro foi "fortuito”. Agora no g1 A decisão foi fundamentada no arquivamento do inquérito policial que apurava o crime. O Ministério Público reconheceu que não houve intenção de descumprir a medida. A defesa alegou que o empresário foi convidado por um amigo para ir ao local e retornou a São Paulo após encontrar a ex-mulher. O advogado Julio César Konkowski destacou que o processo no qual ele foi condenado está em fase de apelação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Ainda segundo Konkowski, ocliente não se apresentou à Justiça como “reação a uma ordem de prisão baseada em fato atípico” e que precisava continuar trabalhando para sustentar os filhos menores. O g1 não localizou a defesa da ex-mulher para comentar a decisão. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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