Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Justiça nega liminar ao PDT e decide que eleição para presidência da Alerj terá voto aberto

    há 2 meses

    Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) Reprodução/TV Globo Uma decisão da Justiça do Rio determinou que os votos para a presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) serão realizados de forma aberta. A desembargadora Suely Lopes Magalhães negou o pedido do PDT, que entrou com um mandado de segurança preventiva no judiciário para que a eleição fosse realizada por voto secreto. Nesta quinta (16), uma frente formada por 9 partidos anunciou que pode abandonar o plenário da Alerj caso a eleição para a presidência da Casa seja realizada com o anúncio do voto de cada parlamentar. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça PDT recorre à Justiça para exigir voto secreto na eleição da presidência da Alerj Em nota pública, PSD, MDB, Podemos, PT, PDT, PSB, Cidadania, PCdoB e PV afirmam que, nas circunstâncias atuais, a votação aberta expõe parlamentares a pressões e retaliações. Essa é a mesma alegação do PDT à Justiça. O partido afirma que a adoção do voto aberto violaria a Constituição, o regimento interno da Casa e colocaria deputados sob risco de represália políticas. O pedido foi protocolado após a anulação, por decisão judicial, da eleição realizada em 26 de março que elegeu Douglas Ruas (PL). Naquele dia, a presidência da Casa foi escolhida em sessão extraordinária com votação aberta, modelo que o PDT considera ilegal. Um dos principais argumentos do mandado de segurança é o histórico recente de retaliações políticas na Alerj. De acordo com o partido, no dia seguinte à eleição de 26 de março, que acabou suspensa por decisão judicial, a Mesa Diretora promoveu exonerações em massa de assessores e servidores ligados a deputados que não apoiaram o grupo vencedor. Para o PDT, as demissões caracterizam perseguição política, desvio de finalidade e tentativa de intimidação, criando um ambiente de medo que comprometeria a liberdade de voto dos parlamentares em uma nova eleição. “Entendemos que o voto secreto evita a intimidação que, por certo, a base do então governador Cláudio Castro vai tentar fazer com os deputados que integravam a sua base”, afirmou a deputada Martha Rocha.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Monte Carlo Multipropriedade participa de encontro sobre futuro econômico
    Artigo Seguinte
    STF decide que professores temporários da educação básica têm direito ao piso nacional do magistério

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário