Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Irã exige indenização dos EUA para reabrir Estreito de Ormuz

    9 hours ago

    Estreito de Ormuz está bloqueado pelo Irã desde o início dos ataques de EUA e Israel, em fevereiro Amirhosein Khorgooi/ISNA/AP Photo via DW A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, neste domingo (09/08), que não reabrirá o Estreito de Ormuz, vital para a economia mundial, até que os Estados Unidos atendam às condições estabelecidas por Teerã no dia anterior, incluindo indenização financeiras pelos danos da guerra. O bloqueio efetivo ao gargalo, por onde passavam 20% do transporte de energia mundial antes do conflito, foi imposto pelo Irã após os ataques de Estados Unidos e Israel, no final de fevereiro. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A república islâmica pretende cobrar pedágios pela passagem de embarcações em Ormuz e vem atacando navios que acusa de tentar contornar sua rota preferencial. Os ataques contínuos na via marítima, que era de livre trânsito antes da guerra, levaram ao colapso do cessar-fogo de abril. Agora no g1 Os mediadores instaram ambos os lados a retornarem aos termos de um acordo posterior, assinado em junho, que traçou um caminho para as negociações de paz. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que as discussões com Omã sobre o trânsito e a gestão do estreito estavam "se aproximando das etapas finais", mas acrescentou que a reabertura do estreito "está sujeita a outras condições e à indenização pela violação" do acordo de junho. Ele negou também que Teerã estivesse negociando com Washington, acrescentando que ambos os governos estavam apenas "trocando mensagens" por meio de intermediários. Teerã exige fim definitiva da guerra No dia anterior, a república islâmica já havia anunciado novas exigências para a reabertura de Ormuz, incluindo a condição de que os Estados Unidos nunca mais ameacem a república islâmica. Um comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, divulgado pela mídia estatal, afirma que, para a liberação do gargalo ligando o Golfo Pérsico e o Mar Arábico, os EUA também devem pôr fim de forma definitiva à guerra – inclusive a agressões contra aliados iranianos no "Líbano, Palestina, Iêmen e no Iraque". A entidade é o órgão máximo de tomada de decisões do Irã, liderado pelo presidente Masoud Pezeshkian e com supervisão do líder supremo Mojtaba Khamenei. No anúncio, Teerã exige ainda que Washington suspenda o bloqueio naval aos portos iranianos, retire as forças da região, indenize integralmente o Irã pelos danos de guerra, suspenda as sanções e libere os ativos iranianos congelados. O Irã afirma também que não recuará nas exigências e que Washington deve demonstrar uma mudança genuína na conduta. Não houve resposta direta imediata do governo dos EUA. Ataques a embarcações continuam O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos condenou, no sábado, o que chamou de "ataque hostil do Irã que teve como alvo um petroleiro pertencente à ADNOC (Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi) com um míssil enquanto ele transitava pelo Estreito de Ormuz, sem causar vítimas". Mais tarde, no sábado, a Unidade de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) informou que um navio foi atingido por um projétil ao largo de Omã, no Estreito de Ormuz, causando um incêndio que foi extinto, mas sem vítimas. Não ficou claro se se referiam ao mesmo navio. O Ministério das Relações Exteriores de Omã condenou, no sábado, "ataques repetidos contra embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz", sem citar o Irã. A pasta do país alinhado a Washington também afirmou que "as negociações em andamento sobre os acordos de navegação no Estreito de Ormuz estão ocorrendo em um ambiente positivo e construtivo" e pediu que sejam evitadas ações que possam comprometer o progresso das conversas. O acordo anterior entre Irã e EUA – que deveria servir como ponto de partida para negociações sobre um acordo permanente – previa que a república islâmica e o Omã definiriam futuros acordos para o estreito em discussão com outros países do Golfo e "em conformidade com o direito internacional aplicável". O direito internacional, em geral, proíbe a cobrança de pedágio nessas vias navegáveis. Enquanto isso, rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, anunciaram no domingo que haviam atacado uma instalação petrolífera saudita na costa do Mar Vermelho do país, depois que a Arábia Saudita informou ter extinguido um incêndio no local. O Mar Vermelho, que serve de alternativa para as embarcações impedidas de passar por Ormuz, vem sofrendo tentativas de bloqueio pelos houthis.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Influencer colombiana de 17 anos morta em queda de helicóptero no Rio tinha mais de 250 mil seguidores em redes sociais
    Artigo Seguinte
    Refugiados venezuelanos entram no esporte paralímpico do Brasil e ganham medalhas

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário