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    Idoso de 80 anos é preso por morte de dono da Construtora Colmeia, em Fortaleza, mais de 30 anos após o crime

    há 2 meses

    Diretor da construtora Colmeia foi morto a tiros no bairro Aldeota, em Fortaleza, em junho de 1995. Arquivo Diário do Nordeste Valdenor Guimarães Pinheiro, de 80 anos, foi preso nesta segunda-feira (23) em São Paulo, em uma ação conjunta das polícias civis paulista e cearense. Ele é condenado pelo assassinato do empresário Ronaldo Castro Barbosa, dono da Construtora Colmeia, ocorrido em junho de 1995, em Fortaleza. Contra ele, havia um mandado de prisão por sentença condenatória, com pena fixada em 14 anos de reclusão em regime fechado. Após a captura, Valdenor foi colocado à disposição da Justiça, e a Polícia Civil do Ceará realiza as tratativas para a transferência dele. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp De acordo com o processo, o crime ocorreu no dia 6 de junho de 1995, na Rua Costa Barros, no bairro Aldeota. A vítima, então presidente da Construtora Colmeia, tentava entrar em seu carro quando foi abordada por um homem que disparou duas vezes e fugiu em uma motocicleta pilotada por um comparsa. LEIA TAMBÉM: Advogada e mãe mortas: empresária apontada como mandante segue foragida e na lista de mais procurados do CE após três anos Mandante da morte de Ricardo Abreu segue foragido no Rio de Janeiro, diz secretário da segurança do Ceará Cinco condenados Veja os vídeos que estão em alta no g1 O executor do crime foi identificado como Francisco Xavier Feitosa, condenado a 16 anos de prisão, e o piloto da motocicleta como João Wabner Silva, sentenciado a 14 anos. Segundo denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o sócio da vítima, Egberto Carneiro, foi o mandante do assassinato. Ele teria solicitado que Francisco Matias e Valdenor Guimarães contratassem os executores. Matias e Valdenor eram conhecidos como gerenciadores de pistoleiros na Região Jaguaribana, no interior do Ceará, principalmente em Morada Nova. Egberto foi condenado em 2007 por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e surpresa). A defesa recorreu, mas, em um novo julgamento oito anos depois, a Justiça manteve a sentença condenatória. A investigação apontou ainda outros dois suspeitos: um não foi pronunciado pela Justiça e o outro foi assassinado posteriormente no Maranhão. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará
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