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    Homem é acusado na Suécia de vender serviços sexuais de sua esposa a mais de 120 homens

    2 months ago

    Tribunal Distrital de Ångermanland, em Härnösand, na Suécia, em foto de março de 2026. Mats Andersson/TT News Agency/AFP Um promotor sueco indiciou nesta segunda-feira (30) um homem acusado de explorar sexualmente sua esposa por vender serviços sexuais dela para mais de 120 homens. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O acusado, de 62 anos, foi acusado formalmente de proxenetismo com agravante de estupro e agressão sexual. Proxenetismo é o crime de lucrar em cima da prostituição alheia. Ele é suspeito de ter obtido lucros durante anos a partir das pressões que exercia sobre a esposa "para que realizasse atos sexuais", segundo a acusação. Ele é suspeito de ter publicado anúncios online, organizado encontros, vigiado e pressionado a mulher para que realizasse atos sexuais na internet, a fim de atrair mais clientes, detalha o documento. O homem, que não teve sua identidade revelada, foi preso de forma preventiva no fim de outubro depois que sua esposa o denunciou à polícia no norte da Suécia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Também é acusado de ter sido violento e de tê-la ameaçado, de ter explorado o medo que ela tinha dele e de se ter aproveitado de sua dependência química. O promotor qualificou estes fatos como uma "exploração impiedosa". A promotora Ida Annerstedt declarou à agência de notícias AFP em fevereiro que cerca de 120 pessoas suspeitas de terem comprado serviços sexuais haviam sido identificadas. Além de proxenetismo com agravante, o homem também foi indiciado por oito estupros, um deles com um cliente, quatro tentativas de estupro e quatro agressões. O suspeito negou as acusações. A mulher foi vítima de "crimes graves", declarou à AFP sua advogada Silvia Ingolfsdottir. "Agora ela espera obter justiça", acrescentou em uma mensagem de texto. Segundo a emissora pública sueca "SVT", o suspeito foi anteriormente membro da organização de motociclistas Hells Angels. Também indicou que o julgamento deverá começar em 13 de abril.
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