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    Homem de 34 anos tem morte cerebral após AVC e órgãos são doados no interior de SP

    6 hours ago

    Maurício Bruno da Conceição Vieira morreu após AVC em São Carlos (SP) e teve órgãos doados Reprodução/Facebook Um homem de 34 anos teve morte cerebral após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico no domingo (28), em São Carlos (SP). A família decidiu autorizar a doação dos órgãos de Maurício Bruno da Conceição Vieira, que vão ajudar três pessoas que aguardavam na fila por um transplante. O corpo dele foi enterrado na tarde de segunda-feira (29). 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram 🔍 AVC isquêmico ocorre quando há entupimento de um vaso sanguíneo que leva sangue ao cérebro. Está ligado à pressão alta e a doenças cardíacas, como a fibrilação atrial, que pode formar coágulos e bloquear artérias cerebrais. LEIA TAMBÉM: DECISÃO: 'Minha dor foi a alegria de outras famílias': mãe fala da decisão de doar órgãos da filha de 25 anos SAÚDE: AVC tira a vida de um brasileiro a cada seis minutos; 80% dos casos poderiam ser evitados Captação de órgão na Santa Casa Santa Casa de São Carlos (SP) faz captação de órgãos de homem que morreu após AVC Santa Casa/Divulgação Durante o procedimento na segunda, foram captados o fígado, destinado à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e os dois rins, encaminhados ao Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. A cirurgia de captação envolveu a atuação integrada da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) da Santa Casa, da Organização de Procura de Órgãos (OPO) e das equipes transplantadoras. O provedor da Santa Casa, Antonio Valerio Morillas Junior, agradeceu à família do doador e aos profissionais envolvidos na captação. "Nossa gratidão à família, que, mesmo diante de um momento de imensa dor, tomou uma decisão de extrema generosidade e amor ao próximo. Agradeço também a toda a equipe da CIHDOTT, da OPO e às equipes transplantadoras, que atuaram com competência, sensibilidade e dedicação para que esse processo fosse realizado com excelência e possibilitasse uma nova chance de vida para três pessoas." Agora no g1 Importância de avisar a família Para que a doação aconteça, a legislação atual determina que a palavra final é dos familiares. Por isso, o diálogo em vida é considerado o passo mais importante do processo. Especialistas reforçam que não é necessário deixar nenhum documento por escrito, bastando apenas que o desejo de ser doador seja manifestado claramente para os parentes. VÍDEOS DA EPTV: Siga nosso canal no WhatsApp e recebe as notícias da região
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