Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Fachin, presidente do Supremo, marca para 8 de abril o julgamento sobre a sucessão de governo no RJ

    há 2 meses

    STF marca para 8/4 votação sobre eleição para governador do Rio O presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin, marcou para quarta-feira, 8 de abril, o julgamento sobre a sucessão de governo no Rio de Janeiro. O que os ministros do Supremo vão decidir é se o novo governador do Rio de Janeiro será escolhido pelo voto indireto, dos deputados estaduais, ou de forma direta, com a escolha dos eleitores nas urnas. A crise política no Rio de Janeiro se intensificou na semana passada com a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, do PL, um dia antes do Tribunal Superior Eleitoral torná-lo inelegível por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2022. O cargo de vice está vago desde a renúncia de Thiago Pampolha. O próximo que poderia ocupar o cargo interinamente seria o presidente da Assembleia Legislativa, mas Rodrigo Bacellar, do União Brasil, foi cassado e está preso, suspeito de envolvimento com o Comando Vermelho. Ele nega as acusações. Quem governa o estado temporariamente é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto. As regras para a eleição de um mandato-tampão começaram a ser debatidas na semana passada no plenário virtual, depois de uma ação do PSD, partido do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes. Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes defendeu que a eleição seja direta, pelos eleitores do estado do Rio. A legislação eleitoral prevê que, em caso de cassação a mais de seis meses do fim do mandato, a eleição seja direta. Mas em caso de renúncia, a lei prevê eleição indireta, pelos deputados. Segundo o ministro, a renúncia de Castro teve justamente o objetivo de provocar a escolha indireta para o governador. Fachin, presidente do Supremo, marca para 8 de abril o julgamento sobre a sucessão de governo no RJ Jornal Nacional/ Reprodução Moraes afirmou ainda que a eleição indireta reduz a legitimidade democrática ao limitar a escolha a um colégio eleitoral restrito. Os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin acompanham o voto. Os outros ministros não entraram nesse mérito, discutindo apenas as regras no caso de uma eleição indireta. Na sexta-feira (27), o PSD entrou com uma nova ação, pedindo a eleição direta no estado. O relator escolhido foi Cristiano Zanin, que retirou o seu voto e suspendeu o julgamento no plenário virtual da Corte. O ministro afirmou que a discussão sobre o modelo da eleição precisa ser feita em conjunto e sugeriu o julgamento em sessão presencial, com os dez integrantes da Corte. Essa sessão será realizada no dia 8 de abril. A assessoria de Cláudio Castro afirmou que a saída do ex-governador obedeceu rigorosamente à legislação eleitoral; que Castro reitera a confiança no STF e no Tribunal Superior Eleitoral e que continuará tomando medidas para provar a legalidade dos atos. LEIA TAMBÉM Quem é o governador do RJ neste momento? O g1 responde e tira as principais dúvidas STF vai julgar em 8 de abril modelo de eleição para mandato-tampão no Rio de Janeiro PL pede ao STF que futuro presidente da Alerj se torne governador em exercício
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Governador do TO anuncia concurso da Polícia Civil com 452 vagas e salários de até R$ 21,9 mil
    Artigo Seguinte
    Polícia prende primeiro suspeito de participar do golpe do falso estacionamento em SP

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário