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    Empro demite por justa causa dois dos servidores denunciados pelo MP por ataque hacker que paralisou sistemas da Prefeitura de Rio Preto

    13 hours ago

    Peritos da Polícia Civil recolhem computador com vírus após ataque hacker atingir servidores da prefeitura em Rio Preto (SP), em junho de 2025 Ademir Terradas/Prefeitura de Rio Preto/Arquivo A Empresa Municipal de Tecnologia e Informação (Empro) exonerou dois servidores públicos após a conclusão do Processo Administrativo Disciplinar que comprovou que eles praticavam atividades empresariais concorrentes à Empro. Conforme consta na decisão, o processo administrativo constatou que os trabalhadores utilizavam recursos, a estrutura e informações da empresa pública em benefício dessas atividades empresariais. A exoneração por justa causa foi publicada no Diário Oficial do Município. O g1 tenta contato com a defesa de ambos. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A decisão foi assinada na quinta-feira (16) pelo diretor-presidente da Empro, Marco Antonio da Silva Rodrigues. “A decisão administrativa teve como fundamento as irregularidades apuradas no Processo Administrativo Disciplinar, que constatou o exercício de atividades empresariais concorrentes à Empro, bem como a utilização de recursos, estrutura e informações da empresa pública em benefício dessas atividades, em afronta aos deveres funcionais e às normas aplicáveis", consta na nota enviada pela Empro à imprensa. Os dois servidores também são alvos de uma denúncia por suspeita de envolvimento em um ataque cibernético que paralisou sistemas da Prefeitura de São José do Rio Preto por seis dias. A invasão, ocorrida em 2025, comprometeu os serviços da administração municipal, o que levou o Ministério Público (MP) a denunciar três servidores investigados à Justiça. Entenda abaixo. Denunciados pelo MP Conforme a denúncia do MP, os investigados vão responder por associação criminosa, invasão de dispositivo informático qualificada e inserção de dados falsos em sistema de informações. O processo tramita em segredo de Justiça na Vara Regional das Garantias e será encaminhado para uma Vara Criminal. Segundo as investigações, os sistemas da prefeitura ficaram fora do ar por seis dias após serem bloqueados pelos criminosos. Durante o ataque, os hackers exigiram o pagamento de R$ 500 mil em moedas eletrônicas para liberar o acesso à rede de computadores. Presos em operação policial Os três denunciados pelo MP foram alvos da Operação Caim, deflagrada pela Polícia Civil. Dois deles chegaram a ser presos temporariamente em outubro de 2025, mas tiveram a prisão revogada posteriormente pela Justiça e passaram a responder em liberdade provisória, mediante medidas cautelares. Entre as determinações judiciais impostas aos investigados estão a obrigação de manter endereço atualizado, comparecimento mensal ao Fórum, proibição de deixar a cidade sem autorização judicial e restrições de circulação em determinados horários e locais. Investigados atuavam na Empro Polícia Civil se reuniu com a prefeitura em Rio Preto (SP) após ataque hacker Solange Garcia/Empro Dois dos investigados eram funcionários da Empro, empresa responsável pela gestão das soluções tecnológicas da administração municipal. Um deles estava afastado do cargo havia dois anos, sem remuneração, após solicitar licença para abrir uma empresa particular. Na Operação Caim, a Polícia Civil cumpriu dois mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão em imóveis localizados em condomínios de luxo da cidade. Equipamentos eletrônicos e celulares foram apreendidos e encaminhados para perícia. Agora no g1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
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