Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Eleição indireta para governador do RJ é suspensa

    há 2 meses

    Zanin suspende eleições indiretas para governador do Rio de Janeiro O ministro do STF Cristiano Zanin suspendeu a eleição indireta para a escolha do novo governador do Rio de Janeiro e manteve o presidente do Tribunal de Justiça no cargo até que o plenário da Corte decida se a eleição será direta ou indireta. A decisão foi tomada de forma individual e provisória na noite de sexta-feira, atendendo a um pedido do PSD. A sigla questiona o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral de que as eleições para o governo do estado devem ocorrer de forma indireta, com votos apenas dos deputados estaduais. O caso teve início após a renúncia do então governador Cláudio Castro. O PSD afirma que o ex-governador, ao deixar o cargo, fez uma manobra para manter seu grupo político no poder. Cláudio Castro não quis se manifestar. ➡️ O partido também sustenta que há decisões anteriores da Justiça determinando a realização de eleições com voto popular quando o cargo fica vago a mais de seis meses do fim do mandato. Eleição para governador do RJ é suspensa Globo Na decisão, Zanin suspendeu a realização de eleições indiretas para os cargos de governador e vice-governador do estado do Rio de Janeiro e determinou que, até o fim do julgamento da ação, seja mantido no cargo o presidente do Tribunal de Justiça do estado, desembargador Ricardo Couto de Castro. Na quarta-feira (25), o Supremo Tribunal Federal começou a julgar outra ação sobre as eleições no Rio, que tratava das regras para a eleição indireta. O julgamento ocorria no plenário virtual e terminaria na próxima segunda-feira (30). Os ministros discutiam se a eleição deveria ter voto secreto ou aberto e qual seria a data de desincompatibilização, prazo para que candidatos deixem cargos públicos para concorrer. Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes abriu divergência, não em relação às regras da eleição indireta, mas à própria realização desse tipo de eleição. Para ele, as eleições devem ser diretas, com voto popular. Moraes foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e pelo próprio Cristiano Zanin. Os outros seis ministros não trataram desse ponto em seus votos. Na decisão individual, Zanin afirmou que a discussão sobre a eleição ser direta ou indireta surgiu após a divergência apresentada por Moraes e precisa ser analisada de forma presencial pelos ministros. Ele suspendeu o julgamento virtual e determinou que as duas ações sejam analisadas em conjunto pelo plenário físico da Corte, o que depende do presidente do STF, Edson Fachin. A data do julgamento ainda não foi definida, mas a expectativa é que ocorra após o feriado de Páscoa. LEIA TAMBÉM Moraes limita atuação do Coaf para fornecer relatórios de inteligência financeira
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    Mega-Sena, concurso 2.990: resultado
    Artigo Seguinte
    Guerra no Irã ameaça chips e pode encarecer de balões a celulares

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário