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    Criança atropelada durante prova de CNH no Tocantins: O que se sabe sobre o caso

    há 3 meses

    Acidente aconteceu em Fátima, na região central do Tocantins Reprodução/Onlines de Paraíso O carro em que a candidata de 72 anos estava, e que atropelou um menino de 11 anos enquanto ela realizava o exame prático para tirar a carteira de motorista, recuou em direção ao meio-fio e atingiu a criança, apontam as investigações preliminares das autoridades. Segundo a Polícia Militar, a instrutora que acompanhava a aluna tentou intervir para evitar o atropelamento, mas não conseguiu impedir a colisão. O atropelamento teria ocorrido durante uma manobra, quando a candidata engatou a marcha à ré de forma involuntária. O menino sofreu uma fratura na perna após o acidente, que ocorreu no último dia 3, na Avenida Teotônio Vilela, no centro da cidade. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp. O dono da autoescola, Zacarias Lopes, contou ao g1 Tocantins que “prestou socorro à criança, acompanhou o atendimento e ofereceu suporte à família durante toda a internação”. Depois de receber atendimento médico, incluindo uma cirurgia, o garoto recebeu alta hospitalar e se recupera em casa. Zacarias afirmou que a candidata fez todas as aulas práticas e conseguia realizar todas as etapas do teste com perfeição. Ele não soube informar se ela seguirá com o processo de habilitação. “A aluna fez 20 aulas práticas. Muito dedicada, fazia os trajetos, a baliza, tudo perfeitamente. Tem muito aluno que não passa por conta do nervosismo”, afirmou. Devido ao acidente, a candidata foi automaticamente reprovada no exame prático, conforme determina o procedimento do Detran para situações em que há acidente com feridos ou vítima. A polícia informou que ela não apresentava sinais que indicassem alteração da capacidade psicomotora, embora estivesse emocionalmente abalada. O que precisa ser esclarecido As autoridades apuram ainda a dinâmica do atropelamento, as condições do ponto onde o exame era aplicado e os fatores que levaram a candidata a perder o controle do veículo. A investigação também deve apontar se houve falhas na organização da prova, especialmente em relação à segurança do local. Veja os pontos apurados: Condições em que o exame era realizado, o que inclui o fluxo de pedestres e ciclistas na área; Possível falha humana, erro de procedimento ou ausência de barreiras de proteção; Responsabilidades da organização do exame, como sinalização e segurança do trecho utilizado para as provas. Conforme a Polícia Civil, o caso segue em investigação. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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