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    Copa é sucesso de público: quase 7 milhões de pessoas em 104 jogos

    14 hours ago

    Copa de 2026 teve expressivas médias de público e gols A maior Copa da história não se destacou apenas pelo número recorde de seleções e países-sede. Ela termina com sucesso de público nos estádios e muita bola na rede. No dia da abertura, a Copa do Mundo encontrou um velho amigo. O Azteca, na Cidade do México, se tornou o primeiro estádio a fazer parte de três Copas. Pela primeira vez, o Mundial foi sediado por três países. México, Canadá e Estados Unidos foram os anfitriões da Copa com o maior número de seleções da história. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A Fifa trouxe elementos da cultura esportiva americana para a Copa do Mundo. A final de domingo (19) teve até um show do intervalo com vários artistas famosos, como Madonna e Shakira. Nunca foi tão caro assistir a um jogo de Copa. Mesmo assim, essa edição foi um sucesso de público - quase 7 milhões de pessoas em 104 jogos. A taxa de ocupação foi de 99,73%. Na média de público, segunda posição - atrás apenas da Copa de 1994, também realizada nos Estados Unidos. A maior Copa do Mundo de todas ganhou um apelido logo depois do início da competição: a Copa dos protagonistas. “O balanço é muito bom. Os grandes craques foram protagonistas, chamaram a responsabilidade”, afirma o comentarista Roger Flores. Jogo a jogo, Messi e Mbappé disputaram a artilharia desta edição e também a da história das Copas. O francês venceu nas duas: fez 10 gols contra 8 do argentino. E, agora, ao todo, tem 22. A Copa terminou com uma média final de 2,96 gols por partida - o maior índice desde 1970. “Não foram jogos chatos, jogos ruins, muito pelo contrário. Aumentou o número de gols, aumentou o número de boas partidas, de grandes viradas. Então, acho que isso foi importante. Foi uma grande Copa, com um nível técnico muito bom", diz a comentarista Ana Thaís Matos. Copa é sucesso de público: quase 7 milhões de pessoas em 104 jogos Jornal Nacional/ Reprodução A Seleção Brasileira não está entre os destaques dessa Copa. Foi o pior desempenho do Brasil desde 1990, eliminação nas oitavas de final para a Noruega. “O que me preocupa é que a Seleção está jogando mais próxima a seleções que não estão bem nos mundiais, como é o caso do Uruguai, do que próximo, por exemplo, da França”, afirma Ana Thaís Matos. Daqui a quatro anos, em 2030, também serão três sedes: Portugal, Espanha e Marrocos - além de jogos na Argentina, Uruguai e Paraguai, uma maneira de homenagear os 100 anos da primeira Copa do Mundo, que foi sediada pelos uruguaios. E a Fifa ainda cogita aumentar o número de seleções para 64. A Copa que terminou no domingo (19) simboliza, acima de tudo, uma mudança nos rumos da maior competição de futebol do mundo. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Copa de 2026 tem o pior índice de acerto de pênaltis dos últimos 60 anos, com erros até de Messi e Mbappé Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a fazer gols em 6 edições de Copa do Mundo Gigantes no gol: altura dos goleiros bate recorde e muda a Copa de 2026
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