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    Colchões em bancos do calçadão reacendem debate sobre população em situação de rua em Itaperuna

    1 day ago

    Colchões em calçadão expõem desafio social em Itaperuna Colchões colocados sobre bancos do calçadão, na área central de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, reacenderam o debate sobre a população em situação de rua no município. As imagens, registradas recentemente, mostram espaços públicos sendo utilizados como abrigo improvisado e evidenciam um problema que segue presente no cotidiano da cidade. A discussão sobre o tema ganhou força nos últimos meses, quando uma audiência pública promovida pelo Ministério Público reuniu representantes da Prefeitura, das secretarias municipais, das forças de segurança, da assistência social, da saúde e de entidades que atuam no acolhimento para debater estratégias de atendimento à população em situação de vulnerabilidade. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Colchões colocados sobre bancos do calçadão, na área central de Itaperuna Amaro Rabelo De acordo com levantamento da Prefeitura, Itaperuna conta atualmente com 59 pessoas em situação de rua. Durante a audiência, os participantes destacaram que a questão é complexa e está relacionada a diferentes fatores, como dificuldades econômicas, rompimento de vínculos familiares, dependência química e transtornos mentais. Representantes dos órgãos envolvidos defenderam a necessidade de ações integradas entre o poder público e a rede de atendimento para enfrentar o problema. Entre os desafios apontados estão a ampliação das políticas de acolhimento, o fortalecimento da assistência social, o acesso aos serviços de saúde e a criação de oportunidades que favoreçam a reinserção social dessas pessoas. Os colchões deixados sobre os bancos reforçam a permanência da situação e voltam a expor um debate que vai além da ocupação dos espaços públicos, envolvendo questões sociais e de assistência à população mais vulnerável. Até o momento, não há informações sobre quem utilizava os colchões quando as imagens foram registradas nem se houve atendimento por parte da rede de assistência social após o registro.
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