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    Campinas registra 1º caso de raiva em gato em 10 anos e busca pessoas que tiveram contato com o animal

    8 hours ago

    Vacina contra a raiva; vacina antirrábica Carlos Bassan/Arquivo PMC A Prefeitura de Campinas (SP) confirmou nesta semana o primeiro caso de raiva em gato desde 2016. O Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) informou nesta sexta-feira (31) que iniciou o protocolo de ações preventivas, o que inclui desde a investigação do caso até a busca ativa por pessoas que tiveram contato com o animal. O felino, uma fêmea jovem, rajada, com pelagem branca na barriga, havia sido abandonada no Cemitério da Saudade. Ela foi encontrada por protetoras de animais e levada a uma clínica veterinária, onde acabou morrendo. Ao suspeitar de raiva, os veterinários acionaram a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) em 21 de julho. A UVZ coletou o material biológico do animal e encaminhou ao Instituto Pasteur, que confirmou o diagnóstico positivo para raiva na quarta-feira (29). A administração municipal reforçou que a UVZ mantém um trabalho permanente de conscientização junto às clínicas para que notifiquem o órgão sobre casos de mortes suspeitas. Um veterinário que cuidou da gata na clínica foi arranhado pelo animal. Ele já era imunizado contra a raiva e foi encaminhado para atendimento antirrábico humano (AARH) em uma unidade de saúde. Busca ativa Uma equipe do Devisa vai realizar uma ação de busca ativa de casa em casa no entorno do cemitério, nesta sexta-feira (31). Esse trabalho tem como objetivo identificar rapidamente pessoas eventualmente expostas e orientar medidas imediatas de prevenção. A Devisa destaca que o risco está restrito às pessoas que tiveram contato direto com o felino. Quem suspeitar que teve essa exposição, mesmo que não tenha sido mordido ou arranhado, deve entrar em contato com a UVZ pelo telefone (19) 2515-7044 para avaliação do caso. O órgão também vai fazer o monitoramento de outros gatos que frequentam a região. A raiva é transmitida principalmente pela mordida de animais infectados, mas também pode ser transmitida por arranhões ou pelo contato da saliva com mucosas ou feridas abertas. Trata-se de uma doença grave, que pode levar à morte. Agora no g1
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