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    Bancos de Wall Street liberam home office ou saída do país em meio a ataques no Oriente Médio

    há 3 meses

    Uma vista geral do luxuoso Hotel Burj al-Arab na área de Jumeirah, em Dubai, Emirados Árabes Unidos Karim Sahib/Reuters Alguns dos maiores bancos de Wall Street, principal centro financeiro dos Estados Unidos, passaram a oferecer a funcionários nos Emirados Árabes Unidos a possibilidade de deixar o país temporariamente e trabalhar de forma remota enquanto continuam os ataques contra o país do Golfo. A informação foi divulgada pela Bloomberg. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup passaram a permitir que funcionários se mudem temporariamente para outros países, segundo o jornal. A medida busca dar mais segurança às equipes que atuam na região. ➡️ A medida ocorre em um momento de atenção redobrada em cidades como Dubai e Abu Dhabi, que se consolidaram como importantes centros financeiros globais. As duas atraem bancos internacionais, fundos de investimento e consultorias e funcionam como porta de entrada para negócios no Oriente Médio, na África e em partes da Ásia. A consultoria McKinsey & Company também adotou medidas semelhantes. De acordo com as fontes citadas pela Bloomberg, a empresa fretou um voo para a Turquia para retirar consultores que estavam fora da região. A companhia também passou a permitir que funcionários baseados em Dubai deixem o país em caso de emergência. Aeroporto de Dubai sofre danos durante ataques do Irã Ainda não está claro quantos profissionais aceitaram a oferta de mudança temporária. Um dos bancos afirmou à Bloomberg que a adesão foi muito limitada até o momento. Em muitos casos, os funcionários podem continuar trabalhando a partir de outro país. No entanto, as empresas não oferecem compensação financeira pela mudança. Mesmo quando a mudança é possível, a decisão pode trazer complicações. Alterações de residência, ainda que temporárias, podem gerar impactos fiscais. Alguns profissionais também precisam obter autorização de órgãos reguladores para trabalhar em outros países. A Bloomberg informou ainda que algumas empresas locais passaram a oferecer flexibilidade semelhante aos funcionários. Outras, porém, continuam operando normalmente nos Emirados Árabes Unidos. Veja como estão os conflitos no Oriente Médio na reportagem abaixo. Trump diz que guerra contra o Irã vai acabar em breve: 'Praticamente concluída'
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