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    Audiência de professores da Grande BH e escolas particulares no TRT termina sem acordo

    há 12 horas

    Em greve, professores da rede particular do lado de fora da sede do Tribunal Regional do Trabalho Sinpro Minas Uma audiência entre o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas) e o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinepe-MG), realizada nesta segunda-feira (21), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), terminou sem acordo. Segundo o Sinpro Minas, o Sinepe-MG concordou com a assinatura de uma única Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como defende a categoria (leia mais abaixo). No entanto, condicionou o acordo à alteração de duas cláusulas: a que trata da isonomia salarial e a referente à indenização em casos de redução da carga horária. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp De acordo com o sindicato dos professores, as propostas já foram rejeitadas pela categoria. As mudanças, no entanto, serão apresentadas novamente aos docentes durante a próxima assembleia. Com o impasse, a negociação será levada a julgamento no Tribunal Regional do Trabalho. Ainda não há data definida para a decisão. Agora no g1 Entenda o que levou à greve Professores de escolas particulares da Região Metropolitana de Belo Horizonte entraram em greve por tempo indeterminado na última quarta-feira (16), durante as negociações da campanha salarial deste ano. A paralisação foi aprovada em assembleia com cerca de 300 docentes. Um dos principais pontos de discordância é a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, que atualmente reúne professores da educação básica e do ensino superior. Segundo o Sinpro Minas, o Sinepe-MG propôs dividir o documento em duas convenções, uma para cada segmento. O sindicato dos professores defende a manutenção de uma única CCT. A entidade afirma que a mudança poderia afetar direitos previstos na convenção atual, como bolsas de estudos, isonomia salarial, férias coletivas e adicional extraclasse. O Sinepe-MG, por outro lado, argumenta que a divisão permitiria negociações adequadas às diferentes características e realidades econômicas dos segmentos e diz que nenhum benefício assegurado pela convenção atual seria retirado. Além da manutenção da CCT única, os professores reivindicam reajuste salarial de 3,77%, correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador que mede a inflação para famílias de menor renda. Segundo o Sinpro Minas, a categoria havia apresentado inicialmente mais de dez reivindicações, mas reduziu a pauta para tentar avançar nas negociações. O sindicato afirma que passou a defender apenas a renovação da convenção sem alterações e o reajuste pela inflação. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:
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