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    Após mortes por febre amarela, Lagoinha faz mutirão de vacinação neste sábado (23)

    há 1 mês

    Vacina contra febre amarela Rodrigo Nunes/MS A cidade de Lagoinha, no interior de São Paulo, realiza neste sábado (25) um mutirão de vacinação contra a febre amarela, após a confirmação de duas mortes pela doença no município. A ação acontece das 8h às 14h, na Praça da Matriz, e é aberta à população. A prefeitura ampliou a campanha de imunização após os óbitos, registrados entre moradores da zona rural que não tinham histórico de vacinação. As vítimas eram moradoras dos bairros Santa Rita e Canta Galo. Uma delas morreu no dia 3 de abril e a outra no dia 12. Há ainda um paciente internado com suspeita da doença. Lagoinha registra duas mortes por febre amarela ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Após a confirmação dos casos, a prefeitura intensificou a vacinação na cidade, com busca ativa de moradores não imunizados e ampliação do horário da sala de vacinação, que passou a funcionar das 7h às 19h, sem interrupção. Segundo a Secretaria de Saúde, a cobertura vacinal em Lagoinha é de 37,72%, bem abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Além da vacinação contra a febre amarela, também será realizada, no mesmo local e horário, a campanha de imunização contra a influenza para públicos prioritários, como crianças, idosos, gestantes, profissionais da saúde e professores. Durante o mutirão, equipes de saúde também vão orientar a população sobre prevenção de doenças como dengue e cuidados com a saúde do idoso. Alunos de medicina da Unitau vão oferecer serviços gratuitos, como aferição de pressão, teste de glicemia e avaliação corporal. Situação na região No Vale do Paraíba, o primeiro registro de morte por febre amarela em 2026 foi confirmado no dia 16 de abril, em Cunha. A Secretaria de Estado da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a febre amarela, que é transmitida por mosquitos infectados e não passa de pessoa para pessoa. Em todos os casos registrados neste ano no estado, os pacientes não estavam vacinados. De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica, a região registra, neste ano, cinco casos confirmados da doença, com três mortes — uma taxa de letalidade de 60%.. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
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