Pesquisa

    Canal de Denúncias PeloBrasil360

    Use o chat abaixo para enviar denúncias e relatos do seu bairro.

    Conformidade GDPR

    Utilizamos cookies para garantir a melhor experiência no nosso website. Ao continuar a usar o nosso site, aceita a nossa utilização de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Serviço.

    Advogada é sepultada 11 meses após a morte em Cuiabá; mãe contesta investigação do caso

    7 hours ago

    Viviane de Souza Fidelis Reprodução Quase um ano depois da morte da advogada Viviane de Souza Fidelis, de 30 anos, a família realizou o sepultamento dela, em Cuiabá, na última quarta-feira (5), cercado por familiares e amigos que ainda questionam as circunstâncias da morte e defendem que o caso seja novamente analisado. Viviane foi encontrada morta em setembro de 2025, dentro do apartamento onde morava, no Residencial Acácia, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá, e desde então o corpo era preservado devido à investigação do caso. Inicialmente, a morte foi registrada como suicídio. No entanto, após questionamentos da família, passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como morte a esclarecer. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a investigação foi concluída sem elementos que comprovassem a participação de terceiros. O inquérito apontou para a hipótese de suicídio e foi encaminhado ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). Agora no g1 Para Sheyla Regina Barros de Souza, advogada e mãe de Viviane, porém, a conclusão não encerra as dúvidas. Ela afirmou que precisou buscar documentos, questionar procedimentos e pressionar pela revisão da forma como a morte era tratada desde o início. “Era para ser inicialmente investigada como feminicídio. O caso da minha filha foi classificado como suicídio e só mudou porque eu fui atrás”, afirmou. Entre os principais questionamentos apresentados por Sheyla estão a coleta de vestígios no apartamento e a preservação da cena da morte. Segundo a família, o cinto apontado como objeto relacionado à morte não teria sido recolhido inicialmente. Também é relatado que, conforme documento citado no caso, o corpo de Viviane e o cinto já haviam sido retirados das posições originais quando a perícia chegou ao apartamento. A mãe também disse que havia ferimentos no corpo da filha e questiona a ausência de sangue no local. “São inúmeras pontas soltas que não foram consideradas. A investigação acabou se concentrando nas mensagens depressivas encontradas no celular”, disse Sheyla. Outro ponto levantado por ela é a apreensão do celular de Viviane. A mãe contou que o aparelho foi recolhido durante a investigação e que, na avaliação dela, outros elementos importantes da cena não receberam o mesmo tratamento. Segunda necrópsia aumentou dúvidas da família Sheyla também relatou que foi realizada uma segunda necrópsia. Segundo ela, os exames encontraram hematomas na região da cabeça e nas costas, mas os laudos não chegaram a uma conclusão definitiva sobre as lesões. “Os laudos foram inconclusivos. Há uma pancada na cabeça e outra nas costas que precisam ser esclarecidas”, afirmou. A família sustenta que as dúvidas justificariam uma nova análise do caso. A Polícia Civil, entretanto, informou que realizou oitivas, perícias no apartamento, exames complementares e análise dos dados do celular antes de concluir o inquérito. O enterro O sepultamento também foi marcado pela angústia da mãe. Segundo Sheyla, ela não conseguiu ver o corpo da filha antes do caixão ser fechado. A advogada disse ainda que queria fazer o reconhecimento pessoal de Viviane, mas não teria recebido autorização para abrir o caixão. “Eu enterrei em um caixão fechado, sem poder reconhecer minha filha. Depois de tudo o que aconteceu, eu precisava ter certeza de que era ela [...] Eu tive que ser advogada do caso da minha própria filha. Tive que analisar fotos, laudos e apontar erros. Tudo isso enquanto era mãe e tentava lidar com a perda”, ressaltou. A Polícia Civil mantém a conclusão de que não foram encontrados elementos que comprovassem a participação de outra pessoa na morte. O procedimento foi encaminhado ao Ministério Público, que deve analisar o inquérito e decidir sobre eventual arquivamento. Enquanto isso, para a família, o sepultamento encerra apenas uma etapa.
    Clique aqui para Ler Mais
    Artigo Anterior
    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 1ª Edição de terça-feira, 11 de agosto de 2026
    Artigo Seguinte
    Araucária começa a se preparar para Super El Niño

    Relacionados Notícias do Brasil Atualizações:

    Tem a certeza? Deseja eliminar este comentário..! Remover Cancelar

    Comentários (0)

      Deixe um comentário