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    Advogada é alvo de operação que investiga apoio a organização criminosa em MT

    6 hours ago

    Operação cumpriu mandados contra a advogada Ana Paula Bacchi Muravski investigada em Nova Mutum. Reprodução A advogada Ana Paula Bacchi Muravski foi alvo da Operação Dupla Face, deflagrada pelo Gaeco nesta sexta-feira (17), em Nova Mutum (MT) e em Cuiabá. Ela é investigada por suspeita de prestar apoio a uma organização criminosa. A informação foi confirmada ao g1. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão no escritório de advocacia e na residência da investigada, além da Penitenciária Central do Estado (PCE). Segundo o Cadastro Nacional de Advogados (CNA), Ana Paula possui registro regular e atua profissionalmente em Nova Mutum. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) informou que acompanhou a operação por meio da 25ª Subseção e de representantes do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP), com o objetivo de garantir o cumprimento das prerrogativas da advocacia durante a diligência. A entidade informou ainda que uma eventual apuração sobre falta ética será analisada pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED), que poderá adotar as medidas cabíveis. Além das buscas, a Justiça autorizou, a pedido do Gaeco, a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos investigados, bem como a extração e a perícia dos dados armazenados em aparelhos eletrônicos apreendidos durante a operação. De acordo com as investigações, há indícios de que a advogada atuava em benefício da organização criminosa. As provas reunidas durante a apuração embasaram as medidas cautelares autorizadas pelo Poder Judiciário. Durante o cumprimento do mandado no escritório da investigada, foram observadas as garantias previstas no Estatuto da Advocacia. A diligência ocorreu com comunicação prévia e acompanhamento de um representante da OAB-MT, conforme determinação judicial. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial e deve auxiliar no aprofundamento das investigações, que seguem em sigilo judicial.
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