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    Adolescente de 16 anos morta por namorado e comparsa será enterrada na Grande BH

    há 2 meses

    Vídeo mostra como Gabrielly era uma adolescente feliz e divertida. Gabrielly Marques de Oliveira Belo, de 16 anos, morta por dois jovens e, em seguida, teve o corpo escondido em área de mata em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, será enterrada nesta quarta-feira (25), em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O enterro está marcado para 13h, no Cemitério Municipal Recando do Paraíso, na Avenida A, no bairro Novas Esmeraldas. Segundo a Polícia Militar, Kauã Israel dos Reis Silva, de 18 anos, e Wellington Souza de Jesus, de 19 foram presos após confessarem o crime. Eles procuraram a corporação e se entregaram por medo de retaliações. Ainda segundo a PM, a vítima estava desaparecida desde o dia 18 de março. A família de Gabrielly informou ao g1 que não será possível realizar o velório devido ao avançado estado de decomposição do corpo. "Uma revolta que eu sinto. Eu queria ter visto o rostinho dela pela última vez", diz a mãe de Gabrielly, Josiane de Oliveira. O caso de Gabrielly Segundo a Polícia Militar, os suspeitos, Kauã Israel dos Reis Silva, de 18 anos, e Wellington Souza de Jesus, de 19, procuraram a delegacia em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e indicaram o local onde o corpo de Gabrielly Marques de Oliveira Belo, de 16 anos estava. Eles relataram que mataram a adolescente a tiros. De acordo com o registro policial, Wellington foi quem fez os disparos e Kauã, antes tentou esfaquear o corpo mas não conseguiu. O crime teria sido motivado pela suspeita de que a vítima planejava matá-los. Eles ainda afirmaram à polícia que teriam se arrependido do crime e que estavam com medo de serem mortos, já que algumas pessoas do bairro começaram a desconfiar de que eles teriam envolvimento com o desaparecimento da adolescente. A jovem estava desaparecida desde o dia 18 de março. Ainda que a família de Gabrielly tenha afirmado que a adolescente teve um relacionamento com Kauã Israel, Kauã e o comparsa Wellington foram autuados, a princípio, pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A Polícia Civil abriu investigação para apurar se há indícios de feminicídio e ainda não há atualizações sobre o caso. Comunicado do enterro de Gabrielly Marques de Oliveira Belo. Redes sociais
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