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    Semáforo desligado causa transtornos em cruzamento de Mogi das Cruzes

    Motoristas e pedestres enfrentam dificuldades em César de Souza g1/Gladys Peixoto Motoristas e pedestres enfrentaram dificuldades para passar pelo cruzamento da avenida João XXIII com a rua Antônio Pinto Guedes, no distrito de César de Sousa, em Mogi das Cruzes, na tarde desta quarta-feira (29). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Com os semáforos desligados, os motoristas precisaram diminuir a velocidade e redobrar a atenção para cruzar a via. Quem passava a pé também encontrou dificuldade para atravessar. No final de junho também houve transtornos no trecho causado pelo trabalho de funcionários da EDP. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Mogi das Cruzes e com a EDP para saber o motivo de os equipamentos estarem desligados. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno. Agora no g1 Assista a mais notícias do Alto Tietê

    Diarista morta em Inhapim foi arremessada de penhasco de 100 metros, diz MP

    Mulher desaparecida há quase uma semana é encontrada morta em Inhapim A diarista Flávia Silva Marques, de 27 anos, morta em Inhapim no fim de junho deste ano, foi arremessada de um penhasco de aproximadamente 100 metros de altura, segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público. O ex-companheiro dela, Josilei Silva Souza, de 27 anos, foi denunciado nesta terça-feira (28). De acordo com a Promotoria, Flávia foi perseguida por Josilei, que a levou até um precipício localizado na divisa entre o Córrego da Ferrugem e o Córrego da Barreira. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp Conforme o laudo pericial, havia evidências de luta corporal entre Flávia e Josilei antes de o homem empurrar a ex-companheira no penhasco. Em consequência da queda, a vítima sofreu politraumatismo e choque hipovolêmico, que causaram a morte. O que se sabe e o que falta esclarecer sobre o feminicídio em Inhapim O laudo também identificou elementos de reação vital aos traumatismos, o que comprova que Flávia ainda estava viva no momento em que foi arremessada. Após lançar a vítima no precipício, Josilei não prestou socorro, não acionou os serviços de emergência nem comunicou o ocorrido aos familiares. Conforme a denúncia, ele abandonou o local e ocultou o paradeiro do corpo. Região apontada pelo suspeito, perto de um cafezal, de onde o Flávia teria 'caído' em Inhapim Reprodução/Edson Simões Além disso, o denunciado se apoderou dos pertences de Flávia e descartou a bolsa e a blusa dela em locais distintos. Também retirou os chips do celular da vítima, colocou-os em seu próprio aparelho e apagou mensagens trocadas entre os dois. Somente após ser confrontado pelos policiais, Josilei indicou o local onde o corpo havia sido deixado e onde descartou os objetos da vítima. Relembre o caso Diarista desaparecida há quase uma semana é encontrada morta em Inhapim Redes sociais Segundo familiares, Flávia deixou as duas filhas na casa dos pais para ir a uma festa no sábado (27). No mesmo dia, parentes receberam mensagens enviadas do celular dela. Depois disso, ela não voltou a fazer contato. As investigações da Polícia Civil reuniram imagens de câmeras de segurança que ajudaram a esclarecer a dinâmica do crime. Um dos equipamentos registrou a passagem de Flávia nas proximidades da casa onde morava. Minutos depois, a mesma câmera flagrou um carro utilizado por Josilei seguindo na mesma direção. Outra câmera registrou a vítima caminhando por uma estrada de acesso a uma fazenda. Segundo o Ministério Público, Josilei acompanhou os deslocamentos da ex-companheira e a levou até o penhasco, onde o crime foi cometido. Atualmente, Josilei está preso no Presídio de Inhapim. O mandado de prisão preventiva foi cumprido cinco dias após o crime. O Ministério Público denunciou o investigado pelos crimes de: feminicídio consumado, qualificado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima; ocultação de cadáver; estupro; sequestro e cárcere privado qualificado; fraude processual; invasão de dispositivo informático qualificada; tortura; perseguição qualificada. Segundo o MPMG, a denúncia foi oferecida com base nas investigações policiais, que apontaram indícios suficientes de autoria e materialidade. O órgão sustenta que os crimes foram praticados por razões da condição do sexo feminino, motivados pelo sentimento de posse e pela inconformidade do denunciado com o fim do relacionamento. Relacionamento foi marcado por agressões Josilei e Flávia foram casados por aproximadamente dez anos e tiveram duas filhas, de 8 e 3 anos. Flávia decidiu encerrar o relacionamento cerca de seis meses antes do crime, decisão que, segundo o Ministério Público, não foi aceita pelo ex-companheiro. Ainda conforme a denúncia, o relacionamento foi marcado por agressões físicas, perseguições e ameaças. Inconformado com a separação, Josilei teria ameaçado matar Flávia caso ela não reatasse o relacionamento. As investigações também indicaram que a vítima foi submetida a violência física, psicológica e sexual. LEIA TAMBÉM: Acidente na BR-116 deixa cinco mortos e seis feridos no Vale do Jequitinhonha Veja quem são as vítimas do acidente com cinco mortos na BR-116, em MG Caminhoneiro tem prisão preventiva decretada após acidente que matou empresária na BR-116 Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

    VÍDEO: ônibus municipal pega fogo e fica destruído em avenida de Campinas

    Ônibus municipal pega fogo em Campinas; ninguém se feriu Um ônibus da linha 362 pegou fogo na tarde desta quarta-feira (29), em Campinas (SP). O incidente ocorreu na Avenida Doutor David Vicente, no cruzamento com a Rua Pereira Lima. Ninguém ficou ferido. Vídeos gravados no local mostraram o veículo tomado pelas chamas e uma densa nuvem de fumaça. Assista acima. O Corpo de Bombeiros atuou no local para apagar o fogo. Não há informações sobre as causas do incêndio. Ônibus pegou fogo na avenida Doutor David Vicente, no cruzamento com a rua Pereira Lima, em Campinas Arthur Moura Cardoso Gomes VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

    Homem é preso com 114 barras de maconha em casa usada para 'delivery' de drogas em Uberaba

    Suspeito foi preso ao deixar local que armazenava 114 barras de maconha Polícia Militar/Divulgação Um homem de 27 anos foi preso por tráfico de drogas com 114 barras de maconha na rua Tiradentes, no bairro Fabrício, em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Segundo a Polícia Militar (PM), a casa era usada para armazenar drogas e fazer entregas por 'delivery'. Segundo a PM, a prisão ocorreu após a residência ser monitorada pelo serviço de inteligência. Durante patrulhamento, os militares abordaram o suspeito quando ele saía da casa com uma mochila de entregador. Dentro dela, havia uma embalagem de isopor com maconha. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Ainda segundo a PM, o suspeito confessou que havia uma grande quantidade de drogas na casa. Durante as buscas, os policiais apreenderam 114 barras de maconha, 51 invólucros grandes de flor de maconha, 78 invólucros de flor de maconha, 51 invólucros de haxixe, um celular, R$ 134 em dinheiro e uma balança de precisão. O suspeito foi preso em flagrante com o material apreendido. A Polícia Civil investiga o caso. LEIA TAMBÉM: Fuga na BR-365 termina com apreensão de drogas em caixa de som Polícia apreende quase 2 toneladas de drogas em Uberlândia Traficante é preso com variedade de drogas no bairro Daniel Fonseca ASSISTA: PRF apreende cocaína escondida em tanque de carro na BR-262 em Campo Florido PRF apreende cocaína escondida em tanque de carro na BR-262 em Campo Florido VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

    Feira de Santana recebe maior feira de beleza no interior da Bahia em agosto; saiba mais

    Feira de Santana recebe Feira de beleza entre os dias 2 e 4 de agosto Divulgação A cidade de Feira de Santana, segunda maior da Bahia, recebe, entre os dias 2 e 4 de agosto, a 4ª Feira de Santana Beauty, evento voltado para profissionais do setor de beleza. A programação será realizada no Ária Hall, na Avenida Presidente Dutra, no centro da cidade. Segundo a organização, mais de 100 marcas de cosméticos, equipamentos e acessórios para cabelos, maquiagem, unhas, estética e podologia participarão da feira. Os visitantes poderão comprar produtos diretamente de fabricantes e distribuidores, com descontos que podem chegar a 80% em relação aos preços praticados no varejo. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Além da exposição de produtos, o evento contará com workshops técnicos gratuitos voltados à atualização profissional. A expectativa da organização é receber cerca de 5 mil profissionais, incluindo participantes de Feira de Santana e de outras cidades da Bahia. A feira funcionará das 14h às 20h. A entrada será mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições sociais do município. O credenciamento é gratuito e deve ser feito antecipadamente pelo site do evento. Agora no g1 LEIA MAIS: Feira de Santana recebe maior feira de beleza e cosméticos do interior entre 17 e 19 de agosto 'Belavó' e 'Gato Grisalho': abrigo de Salvador promove concurso de beleza da terceira idade Feira nacional de moda oferece palestras, workshops e congressos em Salvador; veja como participar Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

    Justiça determina que UFMG altere regra que prejudica candidatos negros a ingressar na pós-graduação

    Cotas na UFMG: Justiça altera forma de disputa por vagas na pós-graduação A Justiça determinou que a UFMG não pode mais obrigar candidatos negros a escolher entre concorrer por cotas ou pela ampla concorrência nos procesos seletivos de pós-graduação. A decisão determina que candidatos autodeclarados negros devem concorrer simultaneamente em ambas as modalidades, permitindo que, se tiverem nota suficiente, ocupem as vagas gerais, deixando as vagas reservadas para outros candidatos cotistas. A resolução foi tomada após uma denúncia de irregularidade no processo seletivo de doutorado em antropologia da UFMG em 2020. Na ocasião, a candidata tirou uma nota superior à da última classificada na ampla concorrência, mas, mesmo com um desempenho melhor, ela foi excluída da seleção porque o edital da universidade a obrigava a concorrer exclusivamente pelas cotas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsAp Na modalidade de cotas, a candidata havia ficado em terceiro lugar para apenas duas vagas reservadas. Para o procurador da República Helder Magno da Silva, autor da ação, essa regra criava uma situação injusta e contraditória. Segundo ele, a política de cotas serve para ampliar o ingresso de grupos historicamente excluídos, mas a UFMG estava usando a reserva de vagas como um “teto máximo”, impedindo que candidatos negros com notas suficientes ocupassem as vagas da ampla concorrência. “A disposição editalícia coloca os negros em uma situação perversa onde são obrigados a escolher entre negar sua identidade e a luta histórica da população negra ou concorrer por menor número de vagas, negando-se as finalidades da política afirmativa”. Vista aerea da UFMG UFMG/Reprodução O que muda No entendimento da decisão as "ações afirmativas devem ser interpretadas para ampliar direitos, e não para criar barreiras que prejudiquem estudantes negros com excelente desempenho acadêmico". Dessa forma, fica determinado que a UFMG: Exclua do subitem 2.4 do Edital Regular de Seleção 2020 do Programa de Pós-Graduação em Antropologia a vedação à concorrência simultânea entre ampla concorrência e cotas raciais; Ratifique a lista de aprovados para incluir os candidatos autodeclarados negros com pontuação suficiente para figurar na ampla concorrência; e Não imponha em seleções futuras escolha exclusiva por uma modalidade de concorrência.

    Laboratório Unifap Digital lança edital com mais de R$ 300 mil em prêmios para projetos inovadores

    Campus Marco Zero do Equador da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá Rafael Aleixo/g1 O Laboratório Unifap Digital, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), abriu inscrições para o Edital de Fomento 01/2026. A iniciativa vai distribuir mais de R$ 325 mil em prêmios para projetos que criem soluções de impacto social, ambiental e tecnológico. Podem se inscrever estudantes, pesquisadores, empreendedores, startups, cooperativas e organizações sociais com propostas voltadas à inovação e à transformação social. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Agora no g1 As inscrições estão abertas e seguem até o dia 30 de setembro. Confira o edital O edital vai apoiar projtos divididos em sete frentes principais: Economia circular e reciclagem: reaproveitamento de materiais e ampliação da vida útil de produtos; Rotas de resíduos no Amapá: coleta e reaproveitamento de lixo com foco na geração de renda no estado; Negócios digitais e inovação: startups e novos modelos de empresas com potencial de crescimento; Mídias digitais e engajamento social: projetos de comunicação para educação ambiental e mobilização comunitária; Especializações Unifap Digital: pesquisas de alunos de pós-graduação voltadas para soluções de mercado; Educação e transformação digital: práticas pedagógicas para inclusão na era digital; Políticas públicas e governança digital: soluções para modernizar e melhorar a eficiência dos serviços públicos. Benefícios Os participantes selecionados terão acesso a apoio financeiro e estratégico para tirar os projetos do papel. Premiação total: R$ 325 mil em recursos divididos entre os vencedores; Suporte técnico: mentoria com especialistas, apoio institucional, visibilidade e aproximação com redes de mercado. LEIA TAMBÉM: Tjap mantém condenação de ex-servidor da Alap por invasão de sistema e divulgação de dados Inscrições para exposição de animais na Expofeira do Amapá encerram nesta quinta (30) Imposto de Renda 2026: 3º lote de restituição vai pagar R$ 14,8 milhões no AP; saiba como receber 📅Cronograma da 1ª etapa Publicação do edital: 24 de julho Período de inscrições: 24 de julho a 30 de setembro Divulgação do resultado preliminar das inscrições: 2 de outubro Divulgação do resultado definitivo das inscrições: 8 de outubro Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

    Cor vira ferramenta de humanização em hospitais

    A cor tem um papel que vai muito além da estética quando o assunto é ambiente hospitalar. Ela pode acalmar, acolher, distrair uma criança em tratamento ou simplesmente tornar um corredor menos hostil para quem passa ali por horas, dias ou meses. Antes de qualquer discussão sobre marca ou instituição, o que está em jogo é justamente esse efeito prático da cor sobre quem vive o espaço de cuidado no dia a dia, seja paciente, acompanhante ou profissional de saúde. Esse efeito, no entanto, não se resolve apenas com a escolha de um tom mais vibrante ou mais suave. Ele envolve uma combinação entre percepção emocional e exigência técnica: a cor precisa acolher, mas a tinta também precisa proteger a superfície, resistir à limpeza frequente e durar mais tempo em ambientes de saúde, como é o caso de hospitais. Eduardo Bathke, diretor-geral da Tintas Verginia, resume bem essa dualidade ao explicar como esse tipo de projeto costuma chegar até a empresa. "Quando as pessoas procuram a gente, elas já procuram com muita expectativa da cor. De fato, em alguns casos a gente precisa de mais cor, mais energia, mais felicidade, mais alegria. Em outros, tons que tranquilizam e acalmam", afirma o executivo. Eduardo Bathke, diretor-geral da Tintas Verginia, resume bem essa dualidade ao explicar como esse tipo de projeto costuma chegar até a empresa. "Quando as pessoas procuram a gente, elas já procuram com muita expectativa da cor. De fato, em alguns casos a gente precisa de mais cor, mais energia, mais felicidade, mais alegria. Em outros, tons que tranquilizam e acalmam", afirma o executivo. Ele lembra, porém, que há também demandas menos visíveis, mas igualmente importantes: "Há casos de limpeza, casos técnicos, casos de manutenção, de infiltração e higienização. Então o papel da tinta não está apenas em dar cor." O que entra na conta técnica de um ambiente hospitalar Ambientes de cuidado têm exigências específicas que vão além da escolha de tom. Entre os fatores considerados nesses projetos estão: Impermeabilização, especialmente em áreas externas e muros expostos a chuva e umidade; Tintas com maior durabilidade e menor necessidade de manutenção, reduzindo a frequência de repintura em espaços de grande circulação; Acabamentos como o semibrilho, que facilitam a limpeza e a higiene de superfícies tocadas com frequência; Soluções antibacterianas, pensadas para reduzir a proliferação de microrganismos em ambientes de saúde; Resistência ao desgaste, relevante em paredes e muros que sofrem com o tempo e a exposição. Esse tipo de demanda técnica orientou, por exemplo, uma revitalização de muro em uma instituição de saúde em Curitiba, onde o desafio não era estético, mas estrutural: proteger uma superfície desgastada e evitar novos danos com o tempo. "Participamos recentemente da revitalização do muro numa parte não tanto com cor, mas com proteção, porque era um muro que estava corroído, esfarelando. Então houve um processo de impermeabilização e, para isso, trouxemos parceiros técnicos dessa área, não só de cor", relata Bathke. Ele explica que a ação aconteceu por meio do Instituto Verginia, que é o braço social da Tintas Verginia, responsável por organizar doações, apoios, parcerias e patrocínios que a empresa mantém com hospitais e outras instituições. Quando o desenho da criança vira mural Um dos exemplos mais marcantes da atuação do Instituto Verginia envolveu a revitalização de fachadas de um hospital pediátrico de Curitiba, com oficinas de desenho conduzidas junto a crianças atendidas pela instituição ao longo de vários meses. Os desenhos produzidos nessas oficinas serviram de base para murais aplicados posteriormente nas paredes e fachadas do local. "Foram vários workshops de desenho com as crianças, ao longo de vários meses. Depois esses desenhos e essas histórias foram aplicadas nos muros e paredes do hospital", descreve Bathke. Segundo ele, o projeto nasceu de uma aproximação direta com artistas parceiros - André Mendes e Tom +Amor - que já vinham desenvolvendo trabalhos culturais na região. "Temos esse relacionamento com a comunidade local e com os artistas que necessitam de apoio a projetos. Nesse caso, eles já tinham uma estrutura para tocar o projeto e entramos com doação e recursos", conta o diretor-geral. A proposta ajudou a transformar um espaço tradicionalmente associado à ansiedade e tratamento em um cenário que também acolhe a criatividade infantil, unindo produto, conhecimento técnico e disposição da Verginia para somar forças com quem já estava à frente da iniciativa. Crianças atendidas pelo Hospital Pequeno Príncipe participaram de oficinas de desenho ao lado dos artistas responsáveis pelo projeto. tomamor.com.br Uma rede de parcerias que vai além de um único projeto A atuação em ambientes de saúde não se limita a um caso isolado. Ao longo do tempo, o Instituto Verginia também apoiou reformas de maior porte em outras instituições, entrando como parceira complementar em projetos coordenados por construtoras e organizações locais. Esse modelo reforça algo maior do que uma ação pontual: a Verginia constrói, com o tempo, uma rede ampla de parcerias, somando forças em cada frente para que projetos de grande porte cheguem a resultados que dificilmente aconteceriam com a atuação de uma única organização. Segundo Bathke, não existe um formato único aplicado a todos os casos de apoio a hospitais: "O apoio ocorre por meio de leis de incentivo, recursos financeiros, patrocínio, doação de produtos, apoio técnico, parceria com artistas e construtoras, e mão de obra voluntária. Não há um único formato: cada projeto é avaliado conforme sua necessidade e estrutura." Essa variedade reflete a própria natureza dos pedidos: um hospital em reforma estrutural tem demandas diferentes de uma instituição que busca apenas revitalizar um espaço de convivência com cor e acolhimento. Divulgação. Por trás da tinta, um braço social estruturado Eduardo Bathke explica que o Instituto Verginia nasceu para dar estrutura a uma prática que a empresa já mantinha havia anos. "O Instituto foi criado como uma forma de profissionalizar as doações, apoios, parcerias e patrocínios que a gente já fazia para instituições, sejam escolas, ONGs, hospitais ou comunidades de bairro", afirma o executivo. O Instituto funciona como extensão prática do posicionamento de ESG (governança ambiental, social e corporativa) adotado pela companhia. "Dentro do ESG, a gente tem a parte ambiental, a parte social e a parte de governança. O Instituto atua nas três áreas", detalha Bathke. Além de saúde e bem-estar, são focos contínuos do Instituto: cultura, educação e desenvolvimento comunitário. Da doação pontual à governança da cor no Instituto Verginia A diferença entre uma doação isolada e a atuação de um instituto estruturado está, principalmente, na continuidade. Quando uma empresa apoia um projeto sem processo definido, o relacionamento tende a se encerrar na entrega do produto ou do recurso. Já no modelo adotado pela Tintas Verginia, existe acompanhamento, critérios de seleção e possibilidade de novas fases de apoio e manutenção ao longo do tempo. Os caminhos pelos quais o apoio a instituições de saúde acontece são variados: Leis de incentivo, como a Lei Rouanet, a Lei do Esporte, a Lei do Idoso e legislações ligadas à criança e à saúde, que permitem destinar parte de recursos tributáveis a projetos culturais e sociais; Patrocínio direto, quando a empresa entra como apoiadora financeira de uma iniciativa já estruturada por outra organização; Doação de produto, com o fornecimento de tinta para revitalizações e reformas; Apoio técnico, incluindo orientação sobre preparo de superfície, impermeabilização, tipo de acabamento e manutenção; Parcerias com artistas e construtoras, unindo expertise criativa ou técnica de terceiros ao suporte da Verginia; Mão de obra voluntária, com equipes da própria empresa participando fisicamente de mutirões e ações. "Existem várias formas, mas é basicamente em produtos, financeiro ou às vezes até mão de obra. A gente vai com equipe e voluntários para ajudar nesses projetos", resume Bathke. Como o Instituto decide onde apoiar Com demandas vindas de diferentes frentes, o Instituto Verginia organiza sua tomada de decisão em mecanismos distintos, dependendo da origem do pedido e do tipo de recurso envolvido: Comitê anual de leis de incentivo: reúne a diretoria para avaliar propostas relacionadas a legislações como a Lei Rouanet, a Lei do Esporte e a Lei do Idoso. Os projetos mais votados recebem a destinação de recursos. Relacionamento direto com artistas e instituições: parte relevante dos apoios nasce de contatos que procuram a empresa diretamente, apresentando projetos já estruturados. Propostas recebidas pelo site institucional: qualquer instituição pode enviar sua proposta por um formulário disponível na página da empresa, seguindo pré-requisitos estabelecidos previamente. Comitê recorrente para demandas menores: uma equipe menor avalia periodicamente pedidos de doação e apoio pontual que chegam com frequência ao longo do ano. Os critérios que orientam essas decisões incluem aderência ao propósito da empresa, relevância social do projeto, viabilidade prática e disponibilidade orçamentária. Fachada do Hospital Pequeno Príncipe transformada em mural, com personagens e cenários inspirados nos desenhos das crianças atendidas pela instituição. Complexo Pequeno Príncipe O que diferencia isso de uma doação pontual Uma pergunta recorrente sobre iniciativas desse tipo é o que, de fato, separa um instituto estruturado de uma simples doação de produto. Para Bathke, a resposta está na continuidade e no acompanhamento de longo prazo. "O Instituto organiza o processo com governança, critérios, comitês, acompanhamento e continuidade. Em muitos casos, há novas fases de pintura, revitalizações futuras e relacionamento de longo prazo com a instituição", afirma. Como pintura é, por natureza, um serviço que demanda manutenção periódica, esse acompanhamento se traduz em fases seguintes de apoio, especialmente em instituições onde o Instituto já atuou anteriormente. Um propósito que dialoga com o negócio Bathke conecta a atuação do Instituto ao propósito declarado da empresa. "Estamos aqui para gerar bem-estar a todos os colaboradores, a nossos clientes e à comunidade onde estamos inseridos", afirma. Esse raciocínio ajuda a explicar por que a companhia mantém, ao longo de décadas de atuação no mercado de tintas, uma prática constante de apoio a instituições sociais, mesmo antes de o Instituto existir como estrutura formal. A profissionalização veio depois, mas o hábito de apoiar comunidades, escolas e, mais recentemente, hospitais, é descrito por Bathke como parte da identidade da empresa desde seus primeiros anos. Divulgação. Cor como conceito ampliado de cuidado O que essa trajetória evidencia é que a cor, no contexto de espaços de cuidado, não se resume a um efeito estético. Ela envolve também: O impacto psicológico de um ambiente colorido e acolhedor sobre pacientes, familiares e equipes; A funcionalidade prática de superfícies bem tratadas, que exigem menos manutenção e reduzem riscos de contaminação; A criação de vínculos entre pacientes e o espaço onde passam períodos de tratamento, especialmente no caso de crianças; A continuidade de cuidados com um mesmo espaço ao longo de anos, por meio de novas fases de revitalização. Para quem pensa em projetos de reforma ou revitalização de ambientes de saúde, educação ou convivência, entender essa combinação entre cor, técnica e propósito pode ser um ponto de partida relevante, seja para planejar uma parceria institucional, seja para escolher soluções mais adequadas às exigências de espaços de grande circulação e cuidado. Soluções técnicas da Tintas Verginia, incluindo linhas voltadas à durabilidade, higienização e acabamento adequado para ambientes que exigem cuidados especiais, estão disponíveis no site oficial da marca, em https://www.tintasverginia.com.br.

    Esbarrão em dança motivou troca de tiros que matou jovem em casamento cigano no interior de SP

    Esbarrão em dança motivou troca de tiros que matou jovem em casamento cigano em Rio Claro Um esbarrão durante uma dança em um casamento da comunidade cigana terminou em um tiroteio que matou Breno Gesus Alves Dias, de 22 anos, no distrito de Ajapi, em Rio Claro (SP), na tarde de terça-feira (28). Atingido por um único tiro no lado direito do tórax, o jovem foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento e morreu na Santa Casa. Três homens e uma mulher foram presos pela Polícia Militar em Araraquara (SP). O g1 não conseguiu contato com a defesa dos envolvidos até última atualização desta reportagem. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram LEIA TAMBÉM: PRISÕES: PM prende 4 suspeitos após morte de jovem baleado em casamento cigano TIROS EM CASAMENTO: Homem morre após ser baleado durante briga em casamento de ciganos Esbarrão e discussão Arma e celulares apreendidos pela Força Tática da PM com os suspeitos de morte em casamento cigano em Rio Claro (SP) PM e Redes sociais O crime aconteceu por volta das 17h, no Centro Comunitário do distrito de Ajapi. Segundo o boletim de ocorrência, Breno dançava com uma mulher durante a festa quando esbarrou em Rosinei Alves, de 43 anos, que também dançava. Os dois começaram a discutir. Testemunhas relataram que Rosinei e dois irmãos sacaram armas e apontaram para Breno, exigindo que ele se ajoelhasse. O jovem não obedeceu e caminhou em direção ao portão principal do local. Quando estava próximo da saída, os três irmãos começaram a atirar. Segundo o boletim de ocorrência, Breno também estava armado e revidou. A Polícia Científica realizou a perícia e recolheu vestígios que indicam uma intensa troca de tiros. Foram encontrados 21 estojos de munição calibre .380, oito de calibre 9 mm e quatro de calibre 12, além de munições intactas e projéteis de diferentes calibres. Todo o material será analisado durante a investigação. Após ser baleado, Breno foi socorrido por familiares e levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Cervezão. Em seguida, foi transferido para a Santa Casa de Rio Claro, onde chegou inconsciente e morreu. Jovem de 22 anos morre após ser baleado em festa de casamento em Rio Claro (SP) Reprodução/EPTV Equipes da Guarda Civil Municipal (GCM) e das polícias Militar e Civil atenderam a ocorrência. O helicóptero Águia da PM também auxiliou nas buscas pelos suspeitos, que fugiram em dois carros, ambos modelos Volkswagen Nivus, um vermelho e outro azul, em direção à região de São Carlos. Durante um cerco na Rodovia Washington Luís (SP-310), em Araraquara, a Força Tática abordou o Nivus vermelho, dirigido por Rosinei. Segundo a polícia, nenhum material ilícito foi encontrado com ele ou no veículo. Mais notícias da região: ALERTA: Escorpiões seguem aparecendo e preocupam moradores após morte de criança SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA: Incêndio que destruiu veículos de prefeitura deixa prejuízo de R$ 10 milhões CRIME: Carga de cigarros avaliada em R$ 1,2 milhão desaparece após assalto Já em um Ford Fiesta que seguia junto com o Nivus vermelho, os policiais abordaram um homem de 29 anos e uma mulher de 24. Com ela, foi apreendido um revólver calibre 38 com dois cartuchos deflagrados. O homem assumiu ser o dono da arma. Em outro cerco, as equipes abordaram o Nivus azul, dirigido por Adriano Alves, de 40 anos. Segundo a polícia, ele e Rosinei são apontados como os autores do homicídio. Os quatro suspeitos foram levados para o Plantão Policial de Rio Claro. Rosinei e Adriano foram presos em flagrante por homicídio qualificado com emprego de arma de fogo. Já o homem e a mulher abordados no Ford Fiesta foram autuados por porte ilegal de arma de fogo. A polícia arbitrou fiança de dois salários mínimos para o casal, mas o valor não foi pago. A polícia pediu a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Os quatro permaneceram presos e ficaram à disposição da Justiça, onde devem passar por audiência de custódia. Veja reportagem do EPTV1 na íntegra: Homem de 22 anos morre após ser baleado em briga durante casamento cigano REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

    PF apreende escavadeiras e fecha garimpo ilegal no Pará

    PF apreende escavadeiras em garimpo ilegal no Pará PF/Divulgação A Polícia Federal apreendeu cinco máquinas escavadeiras e fechou um garimpo ilegal no município de Santa Maria das Barreiras, no sul do Pará. A ação realizada na terça-feira (28) foi divulgada nesta quarta (29) pela Polícia Federal, que instaurou inquérito e investiga o caso para descobrir os responsáveis pelo crime ambiental, bem como os financiadores. Segundo a PF, as escavadeiras estavam em uso em dois pontos de garimpo ilegal no momento em que os policiais chegaram. Os trabalhadores não foram localizados, mas as máquinas foram retiradas da área. Não houve prisões. Ainda de acordo com a polícia, os equipamentos foram deixados sob responsabilidade de prefeituras como fiéis depositárias, até decisão da Justiça. ✅ Receba as notícias do g1 Pará direto no WhatsApp Outras ações contra garimpos Garimpos ilegais são constantemente alvo de ações da Polícia Federal no Pará. Há menos de uma semana, outro garimpo ilegal foi fechado também na região sudeste do estado. O local ficava em uma área de floresta de difícil acesso na cidade de Jacareacanga e duas pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal (PF) (reveja no vídeo abaixo). PF fecha garimpo ilegal e prende dois homens em Jacareacanga, no Pará VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia mais notícias do estado no g1 Pará